Artigos arquivados em " Abril, 2019"

Guia para as portagens em Portugal

portagens brisa

Muitas vezes ao percorrermos um país estrangeiro deparamo-nos com algumas dúvidas, geralmente são duas as mais recorrentes, qual é a o valor que vamos pagar na próxima portagem, será que o nosso veículo pertence a alguma classe que paga uma taxa diferenciada?

Os estrangeiros, ou emigrantes portugueses, que trazendo os seus carros chegam a Portugal deparam-se com a mesma dúvida. Então nada melhor que relembrar a forma de definir as classes e aproveitar para rever a simbologia usada pelo maior operador de portagens em Portugal.

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O que é o BLIS?

BLIS mercedes

BLIS é uma sigla que em inglês significa Blind Spot Information System, o que traduzindo para português pode ser Sistema de Identificação de Ângulos Mortos. Como outros sistemas, o BLIS pode ter várias designações conforme o fabricante. Utilizamos aqui o que a Volvo definiu para o seus sistema mas, por exemplo a Ford, utiliza a mesma nomenclatura juntando-lhe apenas a sua marca antes: Ford Blind Spot Information System. Este sistema vem solucionar um problema muito frequente dos nossos veículos, esse problema é o ângulo morto de todos os espelhos retrovisores.

O ângulo morto pressupõe que nalgum momento deixamos de ter visibilidade sobre outros automóveis ou motas que se encontrem nalgum sítio da traseira ou lateral do nosso carro. Se nesse momento em que perdemos essa visibilidade mudarmos de via, é muito provável que vamos embater no outro veículo que entretanto aparece ao nosso lado. É aqui que entra em jogo o BLIS.

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Abate de viaturas

sucata

O abate de viaturas é um ato que atualmente está em alta, infelizmente talvez não devido a bons motivos, como por exemplo a compra de uma viatura nova, mas está muitas vezes ligado à necessidade de reduzir os custos que essa viatura tem no orçamento anual de cada família.

Com a fórmula de imputar automaticamente o Imposto Único de Circulação (IUC) ao contribuinte a quem está registada a viatura, independentemente desta estar a circular ou não, levou a uma entrega de Veículo em Fim de Vida (VFV) nos centros licenciados para os receber, de forma que deixe de ser devido esse imposto. Ler mais…

Passadeira iluminada

passadeira iluminada

Parece algo muito simples de ser implementado e qualquer pessoa de bom senso percebe que o fato de uma passadeira iluminada de forma correta contribuir para a redução do número de atropelamentos nesse local, então porque não existe uma maior coordenação e especial cuidado na colocação de iluminação específica junto das passadeiras?

Em Inglaterra o Road Research Laboratory, realizou um estudo, mostrando a evolução do número de acidentes antes e depois da colocação de iluminação específica em passadeiras, este estudo foi efetuado em diversas cidades inglesas e chegaram à conclusão que conseguiram uma redução de 47% nos acidentes de trânsito noturnos envolvendo peões. Ler mais…

Como evoluiu a segurança dos automóveis em 40 anos (2)

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Depois da nossa pequena viagem no tempo, saltamos para o ano de 2005, quando surgiu a atualização do Citroen C5 , um automóvel generalista, disponível a partir de € 18.000. É um bom exemplo da “democratização” dos sistemas de segurança, pois não é o mesmo falar sobre as medidas que têm a classe S da Mercedes-Benz ou o progresso do Lexus LS , ambos bem acima do poder de compra da maioria dos cidadãos.

Em primeiro lugar, o C5 foi projectado com a consciencialização de segurança que não existia nos anos 60. Esta filosofia traduz-se nos elementos de segurança activa e passiva. Lembre-se a diferença: Os activos melhoram a segurança quando em marcha e os passivos quando ocorre um acidente. Hoje em dia, já não valorizamos todos os avanços que os carros modernos têm para nos proteger, apenas nos acostumamos a eles. Um automóvel que obtém menos de 3-4 estrelas na EuroNCAP parece-nos uma caixa de mortos, nada sabemos o que os astros nos reservam. O Citroën tem cinco estrelas.

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Como evoluiu a segurança dos automóveis em 40 anos (1)

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Corriam os anos 60 e Espanha estava a recuperar, do seu modo, das consequências causadas pela Guerra Civil. Nos Estados Unidos, a indústria automóvel estava completamente consolidada e era muito forte. A empresa Barreiros distribuiu naquele país modelos emblemáticos de carros, como o Dodge Dart (conhecido como o Dodge Barreiros) e os SIMCA, que continuam presentes nas memórias dos nossos avós. Naquela época, no ano 1965, um tal de Ralph Nader publicou um livro intitulado “Inseguro a qualquer velocidade”.

Nessa publicação, o senhor Nader gritou contra a indústria automóvel uma vez que a sinistralidade apresentava-se muito alta e os fabricantes não levavam a sério este grave problema. Aproveito, então, para referir como um Dodge Dart é, há algum tempo atrás foi-me dada a possibilidade de entrar a bordo de um no Salão de Automóveis de Madrid e comparar com o que se espera de um carro seguro. Logo fiz a comparação com um carro equivalente da atualidade.

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Obras na via e sinalização

Obras e sinalização

Portugal é um país onde se verificam muitas obras, das mais variadas intervenções, mas onde grande parte delas tem uma intervenção directa na via pública e faixa de rodagem. Intervenções estas que, também no nosso Portugal, dificilmente após a reparação existe um novo tratamento com qualidade e atempado, que coloque o espaço público, no minimo, como antes se encontrava.

No entanto, pior que essa realidade que só por si já não é boa, são as alterações violentas no pavimento que tantas vezes levam a que os condutores não se apercebam da violenta surpresa que os aguarda, levando a que o veículo sai danificado ou mesmo brutalmente acidentado com as consequências que daí possam advir.

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Multas de excesso de velocidade na Madeira

multas velocidade

Segundo informação divulgada pelo Comando Regional da Madeira da Polícia de Segurança Pública foram registados, no ano transato, 1.462 condutores em excesso de velocidade, apesar deste número representar uma diminuição em relação a outros anos, foram obtidos numa região relativamente pequena, pelo que se pode considerar que é um valor elevado.

Naturalmente que as condições difíceis a nível económico levaram a uma diminuição do número de viaturas em circulação e da distância percorrida em média, o que por si só já faz reduzirem-se as hipóteses de que ocorram infrações, baixando inclusive o número de multas de excesso de velocidade.
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Auto-estrada, por onde circular?

Circulação em Auto-estrada

Já aqui abordamos num post anterior a temática auto-estrada, nomeadamente “Auto-estrada, uma entrada ou uma saída?” e “Destroços nas auto-estradas“. Nestes posts verificaram-se que existem dificuldades, para alguns condutores, de perceber se se trata de uma entrada ou saída, levando este erro a que algumas sejam as vezes em que nos deparamos com condutores a circularem em sentido oposto ao estabelecido.

No que diz respeito à questão dos destroços nas auto-estradas, foi abordada a questão do surgimento destas vias na rede rodoviária portuguesa, assim como a responsabilidade das entidades concessionárias e  seus direitos, assim como as dos utilizadores.

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Sabes manejar o volante?

Manejar o volante

Mas é claro que sei utilizar bem o volante! Se não soubesse, como achas que conduzia? Com os pés?

De certeza que há muita gente a pensar assim quando lê o título deste artigo. E, apesar de parecer uma piada, não o é: saber manejar o volante significa, antes de mais, comodidade e, em segundo lugar, segurança. Basta apenas sentar-se ao lado de um piloto profissional e prestar muita atenção ao seu jogo de mãos, à forma como não se atrapalham ou entrecruzam para mexer no rádio, à forma como ele segura o volante… Esqueçamos todos os nossos vícios e costumes e reaprendamos a segurar e utilizar correctamente o volante.

Quanto à posição correcta das mãos, não há dúvidas, é claro para toda a gente. Devem posicionar-se entre as dez para as duas e um quarto para as três. Actualmente, a maioria dos estudos e dos pilotos profissionais tem optado exclusivamente pela posição das dez e dez.

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