Bicicleta, uma solução ecológica

Bicicleta, uma solução ecológica

É incrível a reserva que muitas pessoas colocam à mais recente alteração ao Código da Estrada, relativamente à prioridade que foi atribuída à bicicleta, numa situação de cruzamento com veículos motorizados.

Alega-se que a bicicleta é um veículo frágil, mais lento, que não proporciona uma boa fluidez no trânsito, uma vez que os seus condutores não têm comportamentos adequados às necessidades do tráfego rodoviário moderno.

A realidade do uso da bicicleta

A questão que transversalmente se coloca, relativamente à prioridade e demais direitos dos condutores de bicicleta, ao abrigo das mais recentes alterações às regras de circulação, prende-se, essencialmente, com a formação de cada um de nós e a nossa cultura.

Se ao alterar a legislação que regulamenta a circulação da bicicleta o legislador tivesse em atenção a necessidade de impor a que essa bicicleta estivesse segura com um seguro de responsabilidade civil, capaz de garantir eventuais estragos a terceiros, as pessoas olhavam-na de outro modos.

No entanto, também seria necessário que cada bicicleta, tal como acontecia noutros anos, estivesse registada, com a devida identificação, assim como os seus utilizadores estivessem sujeitos a uma pequena formação capaz de os elucidar dessas alterações, assim como sensibilizar para o facto de serem condutores vulneráveis, deverem respeitar os demais condutores, assim como a eles próprios.

O facto de se utilizar a bicicleta dentro das localidades, permite uma maior fluidez no trânsito, menor concentração de gases CO2 na atmosfera e uma diminuição de stress nos condutores.

Foto¦ TreeHugger