Alteração dos estados emocionais nos peões

Estados emocionais no trânsito

Fala-se muito dos condutores, da sua postura no trânsito e comportamentos adequados ou mal enquadrados com a segurança, de como o álcool os afecta ou até mesmo o consumo de drogas ou medicamentos. Por vezes comenta-se, também, que os estados emocionais alterados, condicionam toda a segurança.

Tudo é verdade e devidamente provado cientificamente. Mas o que falta mesmo, apesar de, por vezes, se abordar a questão, é intervir-se ao nível dos peões, no que diz respeito aos seus estado emocionais e a forma como eles condicionam a segurança dos próprios e a alheia.

Como no campo da circulação de peõesactuar

Para ser peão não é necessário qualquer tipo de habilitação. Sim, existe a responsabilidade civil e criminal pelos actos cometidos, assim como a responsabilidade dos pais e/ou tutores, por crianças e jovens até aos 16 anos de idade.

Acontece que os estados emocionais de uma população tão primus inter pares, não é de todo fácil de gerir, ainda mais em situações de crise onde a felicidade de cada um e os seus problemas vagueiam dentro de uma bolha, por vezes inalcançável por quem com cada um interage, quanto mais pelas instituições médicas.

Uma vez que não há uma intervenção capaz de perceber cada um de nós individualmente, então cada cidadão é um perigo eminente a circular na via pública, transportador dos seus problemas e incertezas, perdidos em pensamentos distantes que os leva a não se concentrarem no meio rodoviário.

Assim, cada um de nós, ainda que não o admitamos, por que não temos essa capacidade emocional, somos um perigo constante ao à segurança rodoviária geral, uma vez que em muitas situações, nos perdemos em pensamentos longínquos e desfocados, que nos levam a viajar para outras realidades, retirando-nos a concentração absoluta.

Foto¦ A Tribuna