É bom condutor? Saiba aqui se sim ou não

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Pensa que sabe conduzir? Teste aqui se cumpre o que é preciso para se ser um bom condutor. Para ser bom condutor não basta saber engrenar corretamente as mudanças, ou ter uma condução calma, é muito mais do que isso, não estamos sozinhos na estrada e nesse sentido, ser bom condutor é ter respeito pelos outros que nos rodeiam, como em tudo na vida mas na estrada essa falta de respeito pode trazer consequência graves.

1. Usar Piscas – Não apenas nas rotundas, mas em qualquer local, é muito importante informar os outros condutores das suas decisões, auxiliando-os a adaptar a sua condução e permitindo ao trânsito uma maior fluidez.

2. Deixar a distância de segurança – Ir encostado ao veículo da frente pode dar a sensação de ir aos comandos de um F1 numa prova do Mundial, mas pode ser mau para a saúde. Não garantir uma distância suficiente para travar, embatendo num outro automóvel, pode ser suficiente para prejudicar muito a nossa saúde. Ir encostado ao veículo da frente pode levar a que o condutor deste tenha alguma decisão repentina, o que é também outro fator de risco.

3. Respeitar os recém-encartados – É certo que grande parte das vezes são estes que não respeitam ninguém, mesmo assim deve-se facilitar. Todos nós já fomos recém encartados e sabemos bem que fizemos muitas coisas que não se deve dizer a ninguém, mas se quiser pode dizer nos comentários. Sabemos que pela falta de prática que estes condutores têm são mais facilmente suscetíveis de cometer erros quando pressionados.

4. Usar os retrovisores – Tal como os piscas, são outro dos elementos de que muitos condutores acabam por se esquecer, talvez por excesso de confiança. São essenciais para mudar de faixa de trânsito, sair de estacionamentos e servem também, por vezes, para monitorizar o comportamento de outros condutores na mesma estrada. O uso dos retrovisores pode, por isso, evitar muitos sustos e um bom dinheiro em reparações.

5. Conduzir o mais à direita possível – Este é um problema grave e verifica-se mais nas grandes cidades, talvez pela quantidade absurda de cruzamentos e entras e saídas etc., cada vez que vou ao Porto penso: “ainda bem que não vivo numa cidade destas”, é completamente esgotante conduzir 30 minutos que seja numa estrada como a circular do Porto (não me lembro do nom). Depois de uma ultrapassagem, deve-se regressar à faixa mais encostada à lateral direita da estrada, permitindo aos outros utentes efetuarem também as suas manobras sem problemas de maior e permitindo também que os automóveis que circulam a velocidade superior possam manter o seu rumo (embora estes também não se podem esquecer de conduzir o mais à direita possível, ao invés de alguns que entram na autoestrada, colocam o “pisca” para a esquerda e seguem neste modo até ao final da sua jornada.

6. Circular pelo interior das rotundas – A norma, agora transformada em Lei pelo novo Código da Estrada, indica que o condutor deve seguir pelo interior da rotunda até à saída imediatamente anterior àquela em que irá virar. Nessa altura deve-se informar os outros utentes com o pisca de que se vai abandonar a rotunda na saída seguinte. O grande problema é que muito condutores continuam a seguir a regras antiga e muitos afirma que se não cumprirem arrisca-se a dar mais uma ou duas voltas à rotunda porque algum veículo de maiores dimensões os impediu de sair, o que é legitimo porque muitas rotunda ainda são construídas de forma um pouco duvidosas. (veja as regras de construção de rotundas aqui)

7. Permitir a entrada de outros condutores – Esta é uma regra “da boa educação” que permite tornar o trânsito em engarrafamentos mais rápido e mais agradável. Se a entrada para as vias congestionadas for feita de forma faseada (um carro já na estrada, outro vindo da entrada, e assim consecutivamente), o trânsito será mais rápido e evitam-se alguns aborrecimentos. Além disso, uma “máxima” da condução indica que, se nunca estás preparado para ajudar os outros condutores na via, então não és um bom condutor.

8. Não circular pela berma nos engarrafamentos – Nem isso, nem ir nas entradas até mesmo à última apenas para passar mais um ou dois automóveis. Se os outros utentes da via estão à espera pacientemente, esse exemplo deve ser seguido pelos condutores que estão mais atrás (e que, além disso, estão à menos tempo no trânsito).