Estacionar erradamente dentro de localidade

Estacionar com respeito

Já aqui abordamos nalguns posts a questão do estacionamento, normalmente, do mau ou deficiente estacionamento. No entanto, muitas outras serão as vezes que aqui iremos trazer situações concretas deste tipo de deficiências, no sentido de alertar consciências para o perigo inerente à situação em concreto.

Quando decidimos estacionar o nosso veículo, devemos ter o cuidado de procurar o lugar mais adequado a fazê-lo, sem que com isso se possa vir a prejudicar os restantes utilizadores de uma determinada via de circulação. Acontece que, por mais que olhemos para o lado e assobiemos para o ar, a verdade é que se continua a transgredir, repetidamente, sem que nada seja feito.

Bairro da Romeira em Coimbra, tem erro diário

Mesmo que cada um de nós possa alegar que é o mais cumpridor dos cumpridores, a verdade é que só não levamos o nosso automóvel para dentro de casa, das lojas ou dos espaços de atendimento, porque não é possível fazê-lo.

E é tão verdade esta afirmação que, se fizermos uma auto-reflexão. séria, constactamos que é mesmo assim. Quando nos deslocamos a algum lugar, estamos sempre à procura do lugar de estacionamento que nos ajude a alimentar o nosso sedentarismo e preguiça de caminharmos um pouco.

Em muitos casos, aqueles mais extremos, há condutores que chegam ao ponto de estacionar, de um modo tão egoísta, capaz de condicionar a segurança rodoviária e circulação dos outros utentes da via. Veja-se, por exemplo, o caso da foto, junto às Carmelitas em Coimbra, onde diáriamente diversos condutores aparcam de forma deficiente as suas viaturas.

Fazerem-no sobre o passeio, só por si é proibido e não permite a passagem, em segurança, de peões cuja locomoção é mais difícil (idosos, cadeira de rodas, andarilhos). No entanto,no local ele é efectuado na faixa de rodagem, na paragem de autocarro, numa curva de má visibilidade e onde existe uma linha que proíbe a paragem e o estacionamento após essa mesma paragem.

Quem ali transita diáriamente depara-se com uma situação muito complicada, ainda mais que o local se encontra em plano inclinado. Mas o mais grave é perceber que tal situação acontece 365 dias por anos, sem que as entidades fiscalizadoras façam alguma coisa em prol da segurança e bem estar rodoviário.