O seu cão usa cinto de segurança?

sleepypod

Se o meu cão usa cinto de segurança? Mas que pergunta estranha para uma página de segurança rodoviária pensaram alguns, mas se falarmos de passageiros sem cinto no banco traseiro já acham normal, pois sabem o perigo que representa, tanto para quem vai sem cinto como para quem está na sua frente e que sofrerá o impacto do corpo em caso de acidente.

Colocar um cinto de segurança num cão protege não só o animal, mas também o condutor ou passageiros de um carro, não só em caso de embate, mas também, impede um cão assustado de saltar para o banco da frente e distrair o condutor, os cintos de segurança do cão podem ajudar a manter todos os ocupantes do veículo em segurança durante uma viagem.

Experiência na primeira pessoa

“É tão intuitivo para nós apenas estender a mão e colocar o cinto, mas as pessoas não pensam sobre como usar esses dispositivos de segurança para os seus animais de estimação”, diz Lindsey Wolko, fundadora e presidente do Centro de segurança para animais de estimação (Center for Pet Safety), uma organização americana.

Após necessitar de efetuar uma travagem de emergência, Lindsey provocou lesões na sua cadela Maggie, uma Cocker Spaniel de 13 quilos, a lesão ocorreu quando a cadela foi projetada do banco traseiro contra o banco dianteiro, lesionando-se na coluna e na anca, tendo já recuperado.

Em 2011 ela realizou um estudo piloto a quatro cintos de segurança, que pareciam ser da mais alta qualidade disponíveis no mercado, na época. “Nós tivemos uma taxa de falha de 100 por cento”, disse Lindsey. “Os cães voavam para fora dos bancos.” Nenhum passou no mais básico critério de segurança, neste caso a retenção do animal.

Uma marca assume a tarefa

Os diretores da japonesa Subaru, afirmam que, segundo os dados que possuem, dois terços dos proprietários dos seus veículos nos Estados Unidos da América possuem cães, pelo que a segurança canina também é particularmente importante para a marca.

cao com cinto

Somando aos dados da AAA, uma reputada fundação americana para segurança no tráfego, que menciona que quase 90% dos donos de animais dizem que viajam com seus animais de estimação, pelo que qualquer marca onde seja predominante os proprietários serem possuidores de cães, terá um argumento de venda se se chegarem à frente com uma solução.

Voltando ao caso de Lindsey, após falar sobre as falhas nos testes em diversos programas televisivos matinais americanos, conseguiu aumentar a conscientização sobre a segurança do animal de estimação em automóveis, e ainda, chamou a atenção para modelos de cintos defeituosos. Foi quando a construtora japonesa pôs mãos á obra e encomendou um relatório completo, onde testou diversos cintos para cães pequenos, médios e grandes em acidentes simulados.

“O que as pessoas não pensam é, que ter um cão no carro é, como carregar um saco de batatas atrás se si”, disse Michael McHale, diretor de comunicações da filial da Subaru na America. A AAA diz que um cão de 10 quilos, solto num carro viajando a 50 quilómetros por hora irá exercer 140kg de força durante um acidente, Lindsay afirma que este conhecimento “é extremamente importante.”

Teste aos cintos

A revista Forbes, de outubro do ano transato, apresentou os resultados dos cintos de segurança e não foram bons, quatro das sete marcas testadas tiveram uma “falha catastrófica durante o crash-test e nos crash-test de controlo, a descrição define que a retenção simplesmente não aconteceu e permitiu que o cão se tornasse num projétil.

Apenas um passou o teste, no total seis ficaram rasgados ou torcidos, tendo-se partido em áreas cruciais, libertando os cãezinhos de teste “falsos”, os dummies dogs”, como mísseis. Se fossem cães verdadeiros, em acidente reais, o resultado seriam patas, costelas e colunas partidas, em alguns casos, alguns seriam decapitados.

Dos testes efetuados o único que consistentemente conseguiu impedir os cães de serem projetados no interior dos veículos foi o “Clickit Utility Harness”, da marca Sleepypod, sendo considerada a única a oferecer proteção substancial ao cão, logo, cumulativamente a todos os passageiros.

O objetivo do equipamento de segurança é manter a estabilidade do cão e impedir o movimento sob coerção. Os cintos para cães também devem ajudar a estabilizar a coluna e limitar a rotação durante um acidente, da mesma forma como os cintos de segurança normais para os seres humanos.

Já agora, o seu cão tem seguro?

Além da responsabilidade civil que lhe pode ser imputada devido a ações do seu animal, as despesas de saúde inesperadas são sempre penosas na carteira, não esteja constantemente com receio ou ansiedade, a MAPFRE possui algo chamado de “Patas Seguras”, um seguro para o seu animal.

Inclui um seguro de saúde animal, que proporciona a redução do valor de despesas e serve para acautelar aqueles gastos inesperados, inclui a responsabilidade civil de seguro obrigatório para cães potencialmente perigosos, além da tradicional responsabilidade civil para cães domésticos.

Este seguro da MAPFRE também contribui para a redução de despesas nos encargos de prevenção, como por exemplo com a vacinação e esterilização, com comparticipações de até 50%. Incluí ainda um cartão que oferece vantagens exclusivas de grande utilidade na alimentação, em banhos, tosquias, grooming, hotel, pet-sitting, dog-walking, transporte, etc.;

Permite segurar vários animais na mesma apólice, mesmo de espécie diferente, por exemplo cães e gatos. Acima de tudo é flexível e adaptável às necessidades de cada cliente, possuindo diversas modalidades, logo várias opções de montantes de cobertura. E a partir de agora o seu cão usa cinto de segurança? Circula Seguro.

Foto | Safetypod, Tony Alter

  • Estou a procura de cinto de segurança “peitoral” para cães de pequeno porte.
    Moro em Recife e tenho duas pintcher e sempre saio com elas de carro!
    Vocês poderiam me ajudar?

    • Duarte Paulo

      Boa tarde.
      Agradecemos o interesse demosntrado no artigo, mas não comercializamos os referidos cintos.
      Poderá tentar adquiri-los através dos links no fim do artigo, nas zona das fotos.
      Obrigado.