Destroços na via após sinistro rodoviário. Quem limpa?

Destroços na via após sinistro rodoviário. Quem limpa?

A todo o momento, em qual quer lugar do país, um acidente rodoviário está a acontecer ou prestes a surgir. Tal facto deve-se por que os condutores têm comportamentos de risco que os proporcionam. Às consequências estão expostos, não apenas quem os promove, como também quem circula nas suas imediações.

Acontece que, após um sinistro, daqueles que evidenciam maior violência, na via espalham-se inúmeros destroços e destroços das mais variadas espécies. A questão que se coloca nestes casos, é a das consequências que esses destroços promovem aos demais condutores que circulam nas imediações.

Os destroços que condicionam a segurança rodoviária

Quando ocorre um acidente, rara é a situação em que na via não fica com destroços espalhados. Acontece que a dimensão da violência é proporcional à quantidade de destroços e ao tipo. Esses destroços, muitos deles capazes de provocar anomalias em quem com eles embater, são de remoção obrigatória de quem foi acidentado.

No entanto, e devido ao facto de que sofre o acidente não estar possibilitado de o fazer, são muitas vezes os bombeiros que procedem à limpeza da via; principalmente à lavagem de óleos e combustíveis do pavimento. Mas destroços sólidos são muitos os que ficam abandonados.

Se outo veículo embater com alguns desses destroços, pode estar sujeito ao rebentamento de algum pneu, dano na direcção ou transmissão e, por vezes, devido à dimensão, o exterior da viatura.

Se em Portugal se seguisse o exemplo do país vizinho, Espanha, cada vez que uma corporação de bombeiros é chamada para ocorrer a uma acidente rodoviário, acompanha essa saída uma viatura de recolha de detritos e destroços. Desta forma fica garantida a limpeza adequada da via e a segurança dos condutores.

Mas assim não acontece e é hábito estarmos expostos a diversas surpresas desagradáveis e exponencialmente perigosos, apenas porque, após um sinistro, não há quem proceda à higienização da via, garantindo desta forma uma qualidade rodoviária. Falta, essencialmente, uma lei que obrigue a tal.

Foto¦ tvonline