Acções concertadas em prol da mobilidade rodoviária

Ações concertadas em prol da mobilidade rodoviária

Por vezes, cada vez mais vezes, as alterações climáticas em conflito com as obras de arte, provocam ocorrências de colapso em estructuras que servem o meio rodoviário, condicionando-o.

Tal deve-se, por vezes, ao facto de essas mesmas obras de arte terem uma idade avançada e não estarem sujeitas a manutenção adequada ou atempada, capaz de degolar todas as incidências advinda e que intervenham com a mobilidade rodoviária e sua fluidez, para as quais foram edificadas.

Quem actua e como actua em colapsos rodoviários?

Sempre que uma via de comunicação terrestre colapsa condicionando a mobilidade rodoviária, algumas são as acções que se podem promover, no sentido de minimizar essa mobilidade. Uma delas será sempre, em primeiro lugar, visto ser a mais célere, encontrar itinerários alternativos, outra será sempre proceder ao incremento de soluções locais, tão rápido quanto possível.

E é nesse sentido que existem nos países as forças militares com vertente social; encontrar soluções que visem apoiar e solucionar problemas, nomeadamente edificando estructuras capazes de facilitar a mobilidade das pessoas e bens.

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Se a primeira solução, por vezes, interfere com o tempo de deslocação entre pontos, uma vez que o itinerário alternativo implica um desvio de dezenas de quilómetros, aumentando os custos para quem necessita de se deslocar e obrigando a alterações de rotinas diárias, a segunda possibilidade aumenta os custos das entidades responsáveis pelas vias de comunicação afectadas.

Mas se pensarmos que os problemas surgem, essencialmente, devido a uma débil manutenção ou construção de uma infra-estructura que serve centenas de milhares de condutores, débil manutenção que pode ser sinónimo de total ausência da mesma, principalmente sustentada no argumento dos custos inerentes a tal intervenção.

Este argumento jamais poderá ser utilizado, nem hipoteticamente considerado, uma vez que está em causa a segurança de milhares de pessoas. Veja-se o que aconteceu na obra de arte que ligava as duas margens na localidade de Entre-os-Rios; dezenas de mortos.

Assim, ainda que saibamos que existem acções militares concertadas em prol da mobilidade rodoviária sempre que ocorrem colapsos nas obras de arte e a questão dos custos não é considerada, é preponderante que se equacione a manutenção e reparação das vias de comunicação, procurando os melhores custos e qualidade de serviço. Se assim for efectuado, os custos são, garantidamente, bem mais suaves para os cofres de quem paga e as consequências menos dolorosas.