Barreiras arquitetónicas que dificultam a circulação a alguns peões

Barreiras arquitetonicas que dificultam a circulação a alguns peões

Barreiras arquitetónicas são artefactos que surgem na via publica, nomeadamente no espaço destinado à circulação de peões. Barreiras arquitetónicas, são obstáculos que dificultam a mobilidade em segurança de quem está, de alguma forma, condicionado.

Quando se planifica uma via de circulação, deverá ter-se em consideração todas as vicissitudes que estão inerentes à mobilidade de todos; de todos mesmo. E “todos”, são aqueles que, mesmo em número singular, terão de se deslocar a pé no espaço público.

Uma barreira no meu caminho, um perigo na minha circulação

Não seria difícil, para quem quer que fosse, sair à rua e encontrar, no imediato, uma barreira arquitetônica. Elas são uma realidade no embelezamento das vias públicas, seja na arquitectura de floreiras, bancos ou outros artefactos.

Na imagem acima, que ilustra este artigo de opinião, é um pequeno troço da Rua Carlos Seixas, na cidade de Coimbra e onde circula, diáriamente, uma senhora de idade, igual, ou quase igual, a tantas outras senhoras de idade, mas com a diferença de se fazer acompanhar com uma bengala de orientação, mas poderia ser em qualquer outra cidade portuguesa.

É uma senhora que sobe e desce a rua, como tantas outras senhoras em tantos outros pontos do país, sempre em busca de barreiras arquitetónicas que lhe condicionem a mobilidade em segurança. Certamente que a senhora já conhece todos os problemas que o chão lhe proporciona, mas ainda assim, lá se vai deslocando… por este Portugal arquitetônico fora.

Exactamente o local demonstrado, é um espaço de acesso a uma zona de garagens, onde um desnível absurdo existe e que dificulta a sua passagem, não apenas a essa senhora invisual, de idade, mas também a todos aqueles que o têm de transpor e estão sujeitos a uma dificuldade de locomoção.

Foto¦ Google Mapa