Sinalização desigual entre países da União Europeia

Sinalização desigual entre países da União Europeia

A formação da União Europeia deveria crer uma unificação e igualdade de regras, neste caso, de regras relativas ao meio rodoviário, capazes de proporcionar, essencialmente aos habitantes europeus, uma maior facilidade de conhecimento das normas.

No entanto, esta União Europeia só o é em questões de interesse individual, para alguns membros ou representantes dos mesmos. E no que diz respeito a normas de prevenção e segurança rodoviária, a União Europeia toca uma sinfonia em diversos tons.

São aos milhões, as mortes rodoviárias no Mundo

De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde, 1,4 Milhões é o valor representativo do número de pessoas que morreram em acidentes rodoviários no ano de 2013. Se a estes valores acrescentarmos que a mesma organização estima que ficam feridos com gravidade, anualmente, entre 30 a 50 milhões de pessoas, então a preocupação deve ser maior. O acidente rodoviário é a oitava maior causa de morte e a primeira na faixa etária dos 19 – 29 anos.

Quais as causas de acidente rodoviário?

As causas são diversas; em primeiro lugar segue destacado o excesso de velocidade. Qualquer acidente tem sempre um pouco de influência da velocidade. Já a segunda causa continua a ser o consumo de álcool e drogas. Só em 2015, metade dos acidentados apresentavam presença de álcool no sangue. A finalizar o pódio, está o estado degradado das infra-estructuras, ou seja, as vias e as obras de arte sem manutenção ou de construção deficiente.

Continuando com a contagem, surge o quarto lugar das causas de sinistralidade rodoviária; não usar cinto de segurança, especialmente em troços curtos. Na quinta posição surge o facto de os condutores de motos e/ou seus passageiros não fazerem uso do capacete de proteção. Para o sexto lugar está reservado para quem insiste em conduzir ou caminhar, e falar ao telemóvel ou enviar sms.

Sinalização que faz a diferença

Se Portugal optasse por “copiar” o que de bom se faz na Europa em prol da segurança e prevenção rodoviária, as taxas da sinistralidade diminuíam e as suas consequências também. Mas não, em Portugal adopta-se o que é imposto ou ridículo, como por exemplo permitir-se conduzir uma moto 125 cc com a carta de automóveis ligeiros, ainda que apenas após a idade dos 25 anos (incluindo).

Foto¦ UPI