Artigos na etiqueta Ambulâncias e e Segurança Rodoviária

Uma vez mais, a formação dos condutores de INEM

Uma vez mais a formação INEM

Para Portugal é uma honra ter uma instituição como o INEM, nomeadamente no que diz respeito à sua operacionalidade; isto é, a atuação no socorro a quem dele necessita.

Acontece que, na sua prestação de socorro, mais propriamente na sua deslocação ao encontro das situações e emergência, a sua prestação rodoviária está repleta de constantes riscos. Ler mais…

Quando não se usa o cinto de segurança ao abrigo da lei

Quando não se usa o cinto de segurança

O cinto de segurança nos automóveis é um elemento da segurança passiva que tem como finalidade, salvar vidas. Está regulamentado na lei portuguesa a obrigatoriedade do seu uso, por parte de todos os elementos que se façam transportar dentro da viatura, inclusive animais.

No entanto, existem algumas exceções na legislação, lacunas no meu ponto de vista, onde é permitido que o condutor não faça uso deste equipamento de elevada importância. Condutores de Táxis, de veículos da polícia e dos bombeiros, estão isentos ao uso quando circulam dentro de localidades.

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Segurança Rodoviária na cidade da Figueira da Foz (3)

Segurança rodoviária na figueira da foz

Abordei, nos dois últimos artigos, dois pontos de elevada importância na segurança rodoviária na cidade da Figueira da Foz. Hoje, no entanto, quero apresentar o que tem sido feito para melhorar essa mesma segurança rodoviária. Fui ver como estava a rua Drª Cristina Torres, desde a Rotunda Dr. José Nascimento Costa até à Rotunda 31 de Janeiro, passando pela Rotunda Drª Natércia Crisanto.

Quem se desloca neste troço de via, e são muitos os condutores, sabe que ao longo de bastantes anos aquele era um local onde o sinistro rodoviário acontecia com alguma frequência, muito por culpa da falta de atrito que o asfalto proporcionava aos veículos. Mesmo a baixa velocidade.

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Formação de condutores INEM

Formação de condutores INEM

Quando se ministra uma formação, deve-se fazê-lo procurando que quem a recebe, os formandos, consigam adquirir conhecimentos, se o formador os conseguir disponibilizar, capazes de os fazer caminhar pelos seus próprios pés.

Para que tal seja possível, é necessário o formador colocar-se num terceiro plano e promover, não numa boa, mas sim excelente relação entre a matéria leccionada e os formandos. Transmitindo-lhes boas práticas de actuação, garantindo-lhes segurança e postura adequada à tarefa a desenvolver.

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Debater em Seminário a circulação em emergência

Debater em Seminário a circulação em emergência

Montelavar vai receber, por organização da corporação de bombeiros voluntários local, dia 15 de Novembro, o II Seminário de Abordagem Sistémica do Socorro. Trata-se de um debate muito importante e interessante, uma vez que se vai abordar os mais diversos tipos de abordagem no auxilio às populações, directa ou indirectamente.

Deste modo, o Circula Seguro também vai estar presente, uma vez que um dos seus colaboradores foi convidado para se juntar ao painel de oradores e deste modo abordar a circulação em emergência, um factor que está presente em todas as abordagens em debate. Não nos esqueçamos que o meio principal de comunicação entre as entidades de socorro e o Teatro de Operações é o meio rodoviário.

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Conduzir em emergência em época de verão (2)

Conduzir em emerg~encia no verão

São duas da manhã e ao quartel chega uma chamada telefônica de um grave acidente rodoviário envolvendo diversas viaturas com um número não identificado de pessoas encarceradas. A chamada de operacionais é imediata, saindo para o local diversas viaturas de emergência, não se sabendo exactamente o que se vai encontrar.

Cada elemento que ocupa um lugar dentro de uma das viaturas, deixou para trás a sua família, partindo em socorro de quem não conhece mas que, naquele momento, necessita da sua ajuda. Vão circular com um destino e um objectivo imediato; Socorrer alguém, tentando com isso salvar vidas e minimizar sofrimento.

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Antes da época de incêndios, previne-se para não se remediar

Formação bombeiros

Passaram 10 anos desde a primeira iniciativa desenvolvida com elementos operacionais bombeiros da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz. Foram dez anos onde se ministrou formação de condução defensiva, acções de sensibilização e seminários de condução defensiva.

Foram 10 anos em que, anualmente, conjuntos de operacionais disseram “presente” em acções formativas teóricas/ práticas, onde foram desenvolvidos exercício exequíveis num contexto real de trânsito, assim como alertados para a realidade rodoviária, vicissitudes e conflitos rodoviários à circulação em emergência.

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Terá Portugal investido na segurança rodoviária dos bombeiros?

Condução defensiva a bombeiros

Um ano mais está prestes a passar e logo, logo, estaremos em plena época de incêndios. Época essa que obriga a uma elevada mobilização de viaturas de bombeiros e respectivos operacionais. Um ano, doze meses passaram e o que foi feito?

Todos os anos, a cada ano, somos severamente confrontados com noticias de acidentes e mais acidentes com viaturas “vermelhas” que se deslocam, muitas e tantas vezes sem uma orientação especifica, transportando homens que procuram, contra as suas mais puras forças, chegar a todo lado. Auxiliar mais um popular.

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Veículos em emergência, que formação?

Veículos em emergência

Um, outro e mais outro são os acidentes com veículos em emergência com vitimas a lamentar, não apenas externas, mas também internas, ou seja operacionais bombeiros, muitos deles em condições de voluntariado. São acidentes a mais com veículos que circulam na via pública a caminho do socorro de outrem.

Muitas são as questões que se levantam e, normalmente, mal direccionadas para as causas. Ou seja, quando o acidente se dá, primeiro lamenta-se, depois tenta-se a quente encontrar culpados, surgem os não culpados e, mais tarde, ou se esquece o assunto ou se atribui a culpa a quem não se pode responsabilizar.

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