Artigos na etiqueta Camiões e segurança rodoviária

Bombeiros acidentados, voltou a acontecer.

Acidente com bombeiros, voltou a acontecer

Sem que o verão e a época de incêndios pudessem terminar em sossego, voltou a acontecer um acidente com uma viatura de bombeiros, desta feita, felizmente, sem vitimas mortais a alimentarem a já avultada lista de mortos nas estradas portuguesas e nas fileiras dos soldados da paz.

E voltou a acontecer por que se continua a olhar para estes homens e mulheres de uma forma descuidada, desatenta e não focada na necessidade que existe em garantir mais e melhor formação  aos bombeiros na área rodoviária a quem conduz veículos, em tudo, diferentes dos veículos iguais.

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Camiões no trânsito intenso das férias rodoviárias (2)

Camiões

Com as férias de Verão e milhares de pessoas a irem para a estrada, o trânsito de automóveis aumenta consideravelmente, o que faz com que surjam os indesejados congestionamentos que nos fazem circular a velocidades extremamente baixas e perder muito tempo.

Se esta realidade, para quem vai de férias, apenas condiciona algumas horas de praia, de estadia, etc…, para quem anda na estrada a trabalhar, como os motoristas de automóveis pesados, por exemplo, estes congestionamentos de trânsito condicionam no tempo disponível para circular.

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Camiões no trânsito intenso das férias rodoviárias (1)

Camiões no trânsito intenso das f+erias rodoviárias

A época alta turística do ano está em marcha e com ela o aumento do trânsito de todo o tipo de veículos, com maior incidência nos automóveis ligeiros. Isto deve-se ao facto do período de férias de Verão estar a começar e com isso haver deslocação de pessoas entre pontos.

Não limitando a intensidade de trabalho, as transportadoras seguem o seu ritmo de trabalho, deslocando os seus camiões entre diversos pontos, não apenas em Portugal, mas também na Europa. Esse fluxo de tráfego poderá não ser, em determinadas ocasiões do ano, detectável, mas no Verão é facilmente observável.

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Uma solução de segurança na EN 111 em Montemor-o-Velho

Uma solução de segurança na EN 111 em Montemor-o-Velho

A estrada nacional 111, que liga a cidade da Figueira da Foz à cidade de Coimbra tem, ao longo da sua história rodoviária, uma quantidade elevada de acidentes rodoviários, muitos deles com vitimas mortais a lamentar, outros com feridos graves e perdas materiais elevadas.

Uma vez que a sinistralidade sempre foi elevada, houve, ao longo dos anos, a necessidade de se ir adaptando e via a uma maior segurança, incrementando para isso sistemas e técnicas que promovam essa mesma segurança. Muito há, ainda, por fazer.

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EN 109, a estrada da morte na Figueira da Foz

EN109, a estrada da morte na Figueira da Foz

Chamar estrada da morte ao troço da Estrada Nacional 109 que atravessa o troço no Concelho da Figueira da Foz, conhecida por “descida de Brenha”, não é de todo exagerado, tendo em consideração o elevado número de acidentes que por ali se vão registando.

É um troço de via composto por um plano inclinado, muito tráfego de automóveis pesados, que quando vão carregados circulam a velocidade baixas, alguma industria com saída directa para a faixa de rodagem e muitos condutores de veículos ligeiros impacientes.

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Vias de aceleração nas entradas das auto-estradas

Via de aceleração nas auto-estradas

As auto-estradas são vias que servem, essencialmente, para diminuir o tempo de ligação entre duas localidades. São vias onde se transita mais rápido do que as vias comuns e onde nem todos os veículos podem circular, pelas características que estas vias tão específicas proporcionam.

Uma vez que nas auto-estradas se pode circular a velocidades superiores, também é verdade que as distâncias percorridas por segundo são maiores que nas vias comuns, onde a velocidade é mais baixa… bem mais baixa.

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Automóveis pesados e a distância de segurança

Automóveis pesados e a distancia de segurança

Hoje poderia vir aqui escrever muita informação variável sobre a circulação de automóveis pesados, sejam eles de mercadorias ou passageiros. Poderia vir escrever alguma informação sobre legislação relativa a circulação destes veículos, mas não o vou fazer.

Quando circulamos na via pública, nós, condutores de automóveis ligeiros, motociclos e outros que não condutores de automóveis pesados, temos de conviver, no mesmo espaço, com estes veículos. São utilizadores da via pública com regras de circulação iguais aos demais, excepto em alguns pontos.

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Transporte de mercadorias a granel

Tramsporte de mercadorias a granel

Em Portugal é hábito nos cruzarmos com veículos pesados de transporte de mercadorias de transporte de madeiras. Isto acontece porque, essencialmente, o nosso país tem uma industria de celulose que exige uma permanente aquisição de madeira para a transformação em pasta de papel.

Estes veículos que transportam os toros de madeira, fazem-no de acordo com a legislação em vigor, ou seja devidamente acondicionados e dentro da área de carga desse veículo. Respeitam as normas de circulação, relativamente aos horários de circulação e repouso. Se assim não for, as entidades competentes, autuá-los-ão.

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Estacionamento fora das localidades

Estacionamento na Faixa de Rodagem

Durante muitos anos não houve, em Portugal, uma politica de organização na distribuição da industria. Ou seja, durante muitos anos poderia abrir-se uma empresa industrial onde quer que fosse. Tal, fez com que nos deparássemos com um enorme problema; empresas industriais à beira que qualquer faixa de rodagem, seja dentro ou fora das localidades.

Acontece que nem só a industria de produção envolve a movimentação de grandes cargas. Grandes cargas essas que estão sujeita a transporte com recurso a viaturas pesadas e de dimensões que por vezes não se enquadram nas vias de comunicações que necessitam utilizar.

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Ser civico com os pesados

Veículos pesados

Na estrada existe um grupo de veículos que por suas características são designam por pesados. São camiões rígidos, autocarros e veículos articulados. As suas características relativamente a peso, altura e comprimento fazem-nos mais vulneráveis e muito mais complicados de conduzir. O seu centro de gravidade está mais alto e permite assim que capote mais facilmente. Mas acima de tudo, estão expostos às transgressões cotidianas dos restantes condutores.

Não tem comparação conduzir um carro ou pilotar um camião que leva 35 Ton de tomate. As suas respostas são mais lentas e necessitam de mais espaço para travarem, muitos metros de estrada para ganharem velocidade e um amplo espaço para circularem. A nossa forma de circular bem pode ser estritamente de acordo com as normas e ao mesmo tempo perigosa e danosa para os profissionais da estrada. Independentemente dos motivos de cada um e de quanto mal sejamos tratados pelos camionistas, deveríamos seguir certas orientações a fim de não provocarmos acidentes nem obriga-los a manobras arriscadas. E por acréscimo, certamente que evitaremos mais do que um susto ao encontrarmo-nos com eles.

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