Artigos na etiqueta Conduzir com cansaço

A influência da fadiga no contexto geral da condução

Conduzir com cansaço

Fadiga e sonolência são condições diferentes que podem atingir o condutor. São condições dispares, mas quem por elas é atingido não as sabe diferenciar. Os seja, a sonolência pode levar o condutor ao adormecimento, enquanto a fadiga não tem, obrigatoriamente, de o fazer.

Mas então, como pode a fadiga influenciar o estado do condutor e a sua condução? A fadiga pode ser física ou mental, e a mental é, definitivamente mais critica do que a física, uma vez que leva à dissipação da atenção do meio envolvente e ao respetivo aumento do tempo de reação.

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Da aurora ao crepúsculo, uma condução cheia de surpresas

Da aurora ao crepúsculo

O crepúsculo e a aurora são os períodos do dia onde a condução se torna mais complicada e difícil para quem tem de ir para a estrada conduzir. E estes dois períodos são os mais complicados, essencialmente, pela razão de já não ser de noite, mas ainda não ser de dia, na aurora, mas já não ser de dia e ainda não ser de noite, no crepúsculo.

Estes são os dois momentos do dia em que muitos condutores julgam que já avistam bem a estrada e que os outros condutores os avistam na perfeição, evitando deste modo a utilização das luzes dos seus veículos, mas onde, na verdade, a percepção da presença desses mesmos veículos se torna complicada ou impossível.

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Reduza os efeitos do cansaço após os excessos natalícios

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Com a época natalícia vêm as jantaradas de trabalho, com os amigos, com a família, o que leva o corpo ao desespero de ter que absorver tantas iguarias, e como são tão boas e sabem bem no momento continuamos a ingeri-las.

Quando deixamos o local da refeição é que as coisas pioram, sentimo-nos enfartados, cansados, desgastados e sem forças… mas ainda temos que ir para casa, e nesse trajecto, principalmente quando estamos mais perto de casa, é que acontecem mais acidentes. Ler mais…

Condução solitária e o perigo da madrugada

Condução solitária e o perigo da manhã

Conduzir sem que se tenha descansado nas últimas doze horas, equivale, em nível de perigo para a segurança rodoviária, a conduzir com uma taxa de álcool no sangue de 0,8 g. Se a este factor associarmos a condução solitária, o risco de acidente aumenta consideravelmente.

Grande números de sinistralidade rodoviária acontece pela madrugada. É por essa hora do dia que muitos condutores regressam a casa depois de uma noite de convívio e alguns copos. O cansaço está presente, no entanto, muitas vezes, é ignorado.

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O espelho que salva vidas

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Nesta altura do ano em que milhares de imigrante viagem dos seus países para a sua terra natal, vê-se muitos casos de acidentes que ocorrem devido ao sono por passarem milhares de quilómetros a conduzir em alguns casos sem pausas.

As marcas de automóveis já utilizam em alguns carros tecnologias que permitem alertar o condutor para este perigo mas na realidade mas poucas pessoas têm esses sistemas nos seus carros e os que têm talvez não sejam assim tão eficazes porque em alguns casos apenas dá um som em baixo volume, ou seja se o condutor não o ouvir à primeira nada feito. Neste sentido um grupo de jovens empreendedores, querem contribuir para a redução da sinistralidade rodoviária, sobretudo, em veículos profissionais como carrinhas, camiões ou transportes pesados de passageiros (veículos em que os sistemas atuais de deteção de fadiga muito raramente estão instalados porque as empresas querem poupar dinheiro).

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Conduzir em emergência em época de verão (1)

Conduzir em emergência

Todos os anos se fala do mesmo e todos os anos os mesmos falam dele. A segurança rodoviária de quem presta serviço de emergência em corporações de bombeiros é, em época de verão, um tema que devia estar, como tantos outros, devidamente debatido.

Ainda que estes operacionais, sejam voluntários ou assalariados das corporações de bombeiros, todos eles são potenciais vitimas expostas às vicissitudes da intransigência rodoviária de milhares de condutores que diariamente circulam nas estradas portuguesas.

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Conduzir no limite da capacidade física

Conduzir com cansaço

A condução, não sendo uma actividade difícil de executar, tão pouco é algo de fácil desenvolvimento. Se pensarmos com clareza e discernimento, iremos verificar que o acto de conduzir não é nada mais do que um conjunto de actividades motoras e mentais que vão trabalhando entre si. Denominam-se de capacidade física e psicológica.

O que acontece é que, com a experiência, os condutores vão desenvolvendo rotinas que lhes vão permitir desenvolver a actividade da condução, em muitos processos, através do seu subconsciente. Isso faz com que a condução pareça uma tarefa fácil de executar.

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Conduzir sem estresse é possível… e desejável

Conduzir sem estresse

O estresse é um estado do organismo que se baseia num pedido extraordinário de capacidades físicas ou psicológicas para desenvolver uma atividade de forma pontualmente mais eficaz. Em qualquer reportagem sobre o tema que toda a gente vê à hora da sesta observamos o estresse no animal que aguarda o momento certo para saltar sobre a sua presa. Nesses momentos, o bicho em questão carrega-se de estresse para conseguir uma saída imediata que lhe permita lutar para alimentar-se. Então, consumado o banquete, o estresse desaparece e fica guardado para a próxima ocasião em que seja necessário.

Visto assim, o estresse em si não é algo mau, mas sim algo que faz parte da Natureza. O ser humano funciona de forma semelhante: nós estressamo-nos para conseguir um maior rendimento. Mas este maior rendimento tem uma consequência lógica: a fadiga. Portanto, quando o estresse se torna uma situação pontual é um inconveniente. O estresse continuado é uma fonte de problemas quando se combina com uma atividade que requer concentração, como a condução de um veículo. Neste texto abordamos o estresse continuado, o ‘mau’, aquele que é incompatível com a condução.
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A rádio do carro pode ser uma grande companheira de viagem

Rádio do carro

A rádio do carro pode ser uma grande companheira de viagem. Ajuda-nos a tornar o trajeto menos aborrecido, combate a monotonia da estrada e ainda nos proporciona informação, música e entretenimento. É fundamentalmente mais um elemento de segurança ativa do veículo, uma vez que ao evitar o adormecimento do condutor, o poupa a um susto na estrada.

Claro que este elemento de segurança pode também ele facilmente funcionar ao contrario do desejado. Dependerá do bom uso que lhe dermos ter uma boa companheira de viajem ou a pior companhia para se ter dentro de um carro.

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Relembrar o básico para uma condução segura (4): Sono

Privação de sono

As evoluções na tecnologia tanto a nível dos automóveis como da construção das estradas melhorou a experiencia da condução, mais pessoas conduzem com mais comodidade e por distâncias cada vez maiores, muitas afirmam que praticam uma condução segura.

De fato nós conduzimos, atualmente, carros mais seguros, em estradas mais seguras, ouvimos décadas de publicidades e campanhas de informação pública sobre condução segura, como resultado disso os números de acidentes baixaram, os mortos e feridos diminuíram, mas será que ainda nos lembramos do básico? Vejamos a influência do sono na condução automóvel.

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