Artigos na etiqueta Emergência na estrada

Veículos em marcha de emergência – por que regras se regem?

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Já nos aconteceu a todos durante a condução depararmo-nos com uma situação de circulação em que nos cruzamos com um veículo em missão de urgência ou emergência.

Primeiro começamos por ouvir as suas sirenes, e percebemos de imediato a sua presença nas imediações; depois, tentamos perceber de onde vai surgir e temos, o quanto antes, agir em conformidade para facilitar a sua passagem.

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INEM e uma postura no meio rodoviário, aceitável.

INEM e uma postura no meio rodoviário, aceitável.

O facto do INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica ter ao dispor da população viaturas de socorro é algo que nos deve orgulhar e tranquilizar, uma vez que, em principio, a qualquer hora do dia ou da noite, teremos sempre alguém que venha ao nosso encontro.

Acontece que, o que mais desejamos, é que essas viaturas do INEM, tanto as ambulância como as VMER, chegues mesmo ao nosso socorro e não se fiquem pelo caminho a aguardar que outros vão ao seu encontro para que, também eles, possam ser socorridos.

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Há bombeiros que continuam a não conseguir chegar ao seu objectivo

Há bombeiros que continuam a não conseguir al cançar os seus objectivos

bombeiros em Portugal que continuam a não conseguir chegar ao seu objectivo. E tal acontece porque ficam pelo caminho, vitimas, também eles, de acidente rodoviário, muitas vezes com consequências nefastas para os mesmos. É inadmissível que tal aconteça repetidamente.

Há bombeiros em Portugal que continuam a morrer nas estradas, vítimas de causas que não são aceitáveis, como por exemplo viaturas em mau estado de conservação ou com manutenção inadequada ou inexistente.

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Num acidente rodoviário, os bombeiros são os primeiros a perceberem a desgraça

Nos acidentes rodoviários, os bombeiros são sempre os primeiros a ver a desgraça

Cada vez que toca o telefone na central, o operador de serviço está preparado para dar indicação aos operacionais para uma eventual saída para um acidente rodoviário. Essa saída, de emergência e socorro a terceiros, é realizada com a maior brevidade possível, pois alguém necessita de ajuda.

Durante a viagem, sejam quais forem os veículos que se desloquem para o acidente rodoviário, os elementos que vão de socorro às vítimas, vão recebendo informações sobre como actuar, à chegada. Cada um terá a sua tarefa e a do motorista, naquele momento é conduzir.

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Bombeiro não é imune, bombeiro não está impune.

Bombeiro não é imune, bombeiro não está impune

Como já vimos em posts anteriores, o fluxo de viaturas de bombeiros aumenta exponencialmente nesta época de Verão. Com a crescente de situações que exigem a presença de uma ou mais viaturas destas corporações, o risco de acidente é, também, maior.

A urgência advinda da necessidade de socorrer quem não se conhece, faz com que o motorista bombeiro, por vezes, mais do que as desejáveis, aplique um estilo de condução não enquadrado com a segurança rodoviária que se pretende para a segurança geral.

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Debater em Seminário a circulação em emergência

Debater em Seminário a circulação em emergência

Montelavar vai receber, por organização da corporação de bombeiros voluntários local, dia 15 de Novembro, o II Seminário de Abordagem Sistémica do Socorro. Trata-se de um debate muito importante e interessante, uma vez que se vai abordar os mais diversos tipos de abordagem no auxilio às populações, directa ou indirectamente.

Deste modo, o Circula Seguro também vai estar presente, uma vez que um dos seus colaboradores foi convidado para se juntar ao painel de oradores e deste modo abordar a circulação em emergência, um factor que está presente em todas as abordagens em debate. Não nos esqueçamos que o meio principal de comunicação entre as entidades de socorro e o Teatro de Operações é o meio rodoviário.

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Quando ficamos sem bateria no automóvel

Bateria do automóvel

O sistema eléctrico dos automóveis actuais é mais do que complexo. Dele dependem todos os aparelhos electrónicos que intervém entre as acções do condutor e o comportamento final do veículo. Injecção, ABS, ESP … são alimentados com a energia eléctrica proveniente do transformador, à medida que o motor térmico vai girando.

Mas a piada de toda a invenção está no arranque do carro. E esse arranque é dado pela energia armazenada na bateria do automóvel, que é vista como Santa Barbara, só nos lembramos dela quando troveja. Quando a bateria nos falha podemos usar uns cabos de pinças para colocar de novo o veículo em marcha, mas com um pouco de cuidado, pois os automóveis de hoje não são como os dos nossos avós.

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