Artigos na etiqueta Luzes de perigo

Ligando os 4 piscas posso parar onde quero?

Quantas vezes nos deparamos com veículos estacionados em segunda fila com os 4 piscas ligados? Ou estacionados em lugares reservados a pessoas com mobilidade reduzida? Ou, ainda, estacionados simplesmente no meio da via, ou na berma desta, com os piscas ligados?

Os sinais luminosos de perigo, comumente apelidados de “quatro piscas“, servem para justificar o estacionamento em zonas proibidas? Será que essa regra existe? Será que o legislador previu essa situação? Saiba onde pode estacionar legalmente e onde não pode. Ler mais…

Choques em cadeia

Choques em cadeia

Muitas, mais do que as desejáveis ou expectáveis, são as vezes em que somos confrontados nos meios de comunicação social com situações conflituosas de tráfego em grupo, nomeadamente os choques em cadeia. Grande parte das vezes a responsabilidade de tal ter acontecido é imputada às condições atmosféricas que se verificavam na ocasião, ou às condições de conservação da via.

Com o avançar dos anos, o parque automóvel português aumentou consideravelmente. Aumentou e melhorou. Com a tecnologia automóvel a evoluir, a segurança ativa com que as marcas equipam os seus veículos são publicitadas, quase, como se de algo mágico estivesse dentro do veículo que protegesse os condutores do acidente rodoviário. Acontece que essa ideia é errada, uma vez que essa tecnologia serve, apenas, para apoiar o condutor na sua atividade de conduzir. Ler mais…

As luzes de perigo

Luzes de perigo

A sinalização de uma ação rodoviária deve ser efetuada na busca da eficácia dessa mesma sinalização, quer seja proporcionada por sinais verticais ou por sinais de indicação de manobras.

Os sinais luminosos de perigo, tradicionalmente apelidados de “quatro piscas“, adquirem na sinalização uma função fulcral, na medida em que na memória de longo prazo os condutores têm associado a esta sinalização o fator “acidente” e “desgraça”.

Ainda que muitas vezes mal utilizadas, em estacionamento em segunda fila, em cima do passeio, etc…, num popular sinal de quem deixa uma mensagem  de “não demoro nada” ou  então por elementos bombeiros que ao toque da sirene, nos seus automóveis, se deslocam para o quartel ansioso por rapidamente chegarem. tantas outras são aquelas ocasiões onde a sua utilização é bem efetuada, ainda que de modo inconsciente.

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