Artigos na etiqueta perigos da estrada

Continua a morrer-se muito nas estradas portuguesas

Continua a morrer-se muito nas estradas portuguesas

Decorridos nove meses do ano de 2015, concluí-se que continua-se a morrer muito nas estradas portuguesas. Mortes essas provenientes de sinistralidade rodoviária que poderia, com grande facilidade, ser diminuída para valores residuais se a legislação fosse a adequada.

Alteraram-se algumas regras na legislação do Código da Estrada, sob o pretexto de que tal iria ter uma repercussão positiva nos valores indicadores da sinistralidade nas estradas portuguesas e suas consequências. Acontece que, até então, os valores têm vindo sempre a subir.

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Sintra, zona de turismo e de perigo rodoviário elevado.

Sintra, zona de turismo e de perigo rodoviário elevado

Sintra é uma zona de turismo de excelência, local que atraí milhares de visitantes a todas as suas atrações turísticas. Acontece que, este centro de turismo não teve em consideração a segurança dos peões, milhares, que diáriamente circulam nas vias pertencentes à localidade.

Para quem se desloca a Sintra em turismos, essencialmente, apesar de o fazer em situação de lazer, com a família ou em grupo organizado, poderá com enorme facilidade, ver-se envolvido numa questão de trânsito complicada para a sua segurança rodoviária, não apenas enquanto condutor, mas principalmente como peão.

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Nos meios rurais, o perigo espreita a cada metro.

Nos meios rurais, o perigo espreita a cada metro

Existem, por este Portugal fora, milhares de quilómetros que atravessam estradas municipais, muitas delas rurais. Estradas essas onde o tráfego automóvel, em bastantes desses casos, é maioritáriamente efectuado por veículos agrícolas ou de apoio às funções da agricultura.

O que acontece muitas vezes, a maior parte das vezes, talvez, é que essas estradas não se encontram providas de espaço adequado ao trânsito de peões, grande parte dele composto por pessoas idosas e de dificuldade mobilidade.

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Quando uma estrada secundária se torna a primeira opção de circulação

Quando uma estrada secundária se torna na primeira opção de circulação

Portugal é um país onde o termo “desenrascar” se tornou uma virtude tão elevada que, quem não se souber “desenrascar”, é estrangeiro. E na circulação rodoviária passa-se exactamente a mesma coisa… se algo acontece, que esteja fora do que se possa considerar normal, então nós desenrascamo-nos.

Quando se executam determinado tipos de obras, de grande envergadura, há empresas que constroem uma estrada que serve de suporte à deslocação dos veículos inerentes a essa obra, evitando, assim,a utilização de uma estrada publica.

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Estradas secundárias com segurança condicionada (2)

Estradas secundárias com segurança condicionada (2)

O surgimento de novos veículos no quotidiano das pessoas, essencialmente dos condutores, fez com que nos tivéssemos de adaptar a noivos conceitos de transporte e perigos envolventes. E um desses veículos foi o velocípede com motor auxiliar.

O velocípede com motor auxiliar já não é um veículo novo, uma vez que as Velosolex já têm muitos anos de vida. Acontece que, quando surgiram, era obrigatório o seu condutor ter uma licença de condução, com frequência em formação de conhecimento de regras de trânsito básicas e respectivos sinais.

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A vida de riscos que os motoristas de transporte rodoviário estão sujeitos

Semi-Truck-Accident

Num relatório do Observatório Europeu dos Riscos, que abrange todo o setor dos transportes, são destacados, relativamente ao sector do transporte rodoviário, os seguintes perigos, riscos e problemas no domínio da SST:

  • Entre os principais perigos e riscos físicos, contam-se os seguintes: a exposição a vibrações e a longa permanência na posição de sentado (conceção do assento, da cabina e de outros equipamentos); a movimentação manual de cargas; a exposição ao ruído – nas operações de carga e descarga, e durante a condução de camiões (motores, pneus, ventilador, etc.); inalação de gases e vapores, e manipulação de substâncias perigosas (gases de escape, produtos químicos transportados, combustível, exposição ao pó da estrada nas operações de carga e descarga e nas pausas para descanso e para lavagem e preparação do veículo); condições climáticas (calor, frio, seca, chuva, etc.); pouca margem para a adoção de condições de trabalho ergonómicas e estilos de vida saudáveis.

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