Artigos na etiqueta Riscos e condução

A higiene dos vidros e a boa visibilidade garantem maior segurança

A higiene dos pára brisas

A boa visibilidade rodoviária está associada a diversos factores, como sejam local onde transitamos, nomeadamente a configuração da via, obstáculos eventuais, lombas, mas também a boa ou má higiene em que se encontram os vidros, assim como a hora do dia em que se conduz. A aurora e o crepúsculo são as duas fases do dia de maior dificuldade.

Quando nos colocamos ao volante do nosso automóvel ou motociclo, entre outros cuidados, devemos estar atentos à visibilidade que temos disponível devido às condições de conservação e higiene dos vidros da viatura e da viseira do capacete.

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Exercício físico e seus efeitos na condução

exercicio fisico
A condução é uma atividade que exige coordenação motora, reconhecimento do meio envolvente, capacidade de análise, ser capaz de enquadrar as regras e leis às situações encontradas, ter um raciocínio rápido e uma execução adequada das manobras, senão colocamos a nossa segurança em risco, assim como a de quem nos acompanha e dos outros utentes das vias por onde circulamos. Por isso vejamos o exercício físico e seus efeitos na condução.

Para podermos ser bem-sucedidos nesta atividade é necessário estarmos bem. O estar bem significa bem psicologicamente e fisicamente, se a nível mental a análise é um pouco mais complicada de fazer, especialmente uma autoanálise, a nível físico geralmente conseguimos aferir o nosso estado geral com relativa facilidade e a partir daí decidir adequadamente.

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Transporte de mercadorias, transporte de risco

Transporte de mercadorias

Se à cinquenta ou sessenta anos atrás ter automóvel era algo que não estava ao alcance de qualquer pessoa, com o avançar dos anos começaram a surgir possibilidades económicas que permitiram a aquisição dos referidos veículos, mesmo por quem tivesse menos possibilidades financeiras. A evolução das economias, a necessidade de diminuir o espaço entre locais e o tempo que se demorava a percorrer entre esses locais, de uma forma “quase” natural  o parque automóvel  português foi crescendo exponencialmente.

As vias de comunicação terrestre tentaram acompanhar essa evolução. Surgiram as auto-estradas e os itinerários principais . Foram melhoradas algumas estradas nacionais e até a União Europeia  contribuiu com verbas para o melhoramento da rede rodoviária e sua ligação à Europa. Com a economia a crescer e a necessidade de se chegar e fazer chegar mercadorias cada vez em menos tempo ao seu destino, a concorrência entre empresas fez com que ploriferassem as empresas de transportes.

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Transporte em célula sanitária

Ambulância

É recorrente no transporte em emergência o socorrista fazer-se transportar sem fazer uso dos sistemas de retenção que tem ao seu dispor, nomeadamente bancos com cinto de segurança de dois ou três pontos de fixação. A justificação mais recorrente, segundo estes elementos, deve-se ao facto de haver uma necessidade eventual de atuar sobre as vitimas que se transportam.

Esta pode parecer uma justificação plausível, no entanto se analisarmos a situação de uma forma real e objetiva, verificamos que é uma pequena percentagem aquela que requer uma intervenção continuada na vitima por parte do socorrista. Assim, podemos verificar que grande parte das vezes o socorrista pode ir devidamente sentado, junto à vitima, com os acessórios de segurança colocados, diminuindo deste modo o risco de consequências dramáticas em caso de acidente rodoviário.

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