Artigos na etiqueta Sinistralidade rodoviária laboral

Medicina do trabalho “Low Cost”

Medicina do trabalho

Está previsto na diversa legislação portuguesa, nomeadamente no código de trabalho, que os trabalhadores devem efetuar consultas regulares, e não vamos aprofundar o post sobre a regularidade dessas consultas, pois cada caso é um caso.

Essencialmente é pertinente percebermos a importância destas consultas médicas e o seu alcance. Ou seja, é útil percebermos que a medicina do trabalho serve para avaliar se o trabalhador se encontra física, psicológica e emocionalmente apto e se o posto de trabalho está ergonomicamente equipado de acordo com as necessidades do seu ocupante, por forma a diminuir o surgimento de doenças profissionais.

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Sinistro rodoviário vs Acidente de trabalho

Acidente de trabalho

Poucas são as pessoas que realmente sabem o que é um acidente de trabalho ou, quando é considerado um acidente como sendo de trabalho. Tal “ignorância” deve-se ao facto de haver uma desinformação laboral sobre o tema, principalmente para que haja uma salva-guarda da ativação da apólice de seguro do colaborador da entidade empregadora.

Não é minha intensão criar algum tipo de conflito entre as entidades empregadoras e seus colaboradores, nem me substituir a qualquer entidade reguladora ou de fiscalização. Neste post pretende-se, essencialmente, informar os leitores sobre a ligação que existe entre o tráfego rodoviário e os acidentes de trabalho.

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Cinto de segurança, cinto salva-vidas

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O cinto de segurança, acessório pertencente ao sistema de segurança passiva do automóvel, tem como função evitar que os ocupantes do veículo sejam projetados para fora deste ou que dentro deste sofram o efeito de bola de ping-pong com todas as nefastas consequências associadas. Estima-se que na Europa cerca de dois milhões de vidas tenham sido salvas nas últimas duas décadas, graças ao uso e de forma correta do cinto de segurança.

Patenteado por Gustave Liebon no ano de 1903, foi no ano de 1896 que se registou a sua primeira utilização.  A sua importância para a segurança passiva encontra-se ao nível de importância dos pneus para a segurança ativa. Ou seja, não colocar o cinto de segurança quando se está em circulação, mesmo em trajetos curtos, é igual a circular com pneus com desgaste superior ao admissível por Lei ou em estado de degradação avançado.

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