Artigos na etiqueta Taxis e segurança rodoviária

Cuidado! Haverá sistemas de segurança adequados nos transportes públicos?

Terão os transportes publicos sistemas de segurança adequados?

Todos sabemos que a segurança rodoviária, nomeadamente em Portugal, tem regras muitos especificas na utilização dos sistemas de segurança passiva, leia-se cinto de segurança e cadeiras de retenção infantil.

Acontece que, também em Portugal, a legislação é tão extraordinária que permite que determinados condutores, nomeadamente os condutores profissionais de Taxi, conduzam no interior das localidades sem que façam uso dos sistemas de segurança, assim como os agentes da polícia o motoristas bombeiros.

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Os Taxistas na segurança rodoviária

O Taxista na segurança rodoviária

A segurança rodoviária , seja ela nas estradas portuguesas, holandesas, canadianas ou chinesas, engloba todos os seus intervenientes. Se nuns países ela é mais estudada, elaborada na sua aplicação, noutros a realidade não é essa.

Se um condutor estiver sujeito a uma ocorrência súbita de saúde , sobre a qual não tenha controlo, o sinistro acontece, com maior ou menor gravidade, sempre dependendo do local onde transita, da velocidade e de toda a envolvência.

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Corrida…de Taxi

Corrida... de Taxi.

O vocabulário português é muito rico e como tal permite atribuir diversas conotações à mesma palavra. Temos, no entanto, que perceber que o facto de atribuirmos um determinado significado, este não pode ser comparado com outro associado à mesma palavra.

A palavra “corrida” pode significar em termos desportivos o acto de competir entre dois ou mais elementos, pode ser utilizada numa intensão de ir a algum lugar rapidamente; “Vou lá numa corrida.”, e pode significar o frete de um serviço de Taxi; ” A corrida custa…”. E era aqui que eu queria chegar. A corrida de um serviço de Taxi.

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Cinto de segurança, cinto salva-vidas

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O cinto de segurança, acessório pertencente ao sistema de segurança passiva do automóvel, tem como função evitar que os ocupantes do veículo sejam projetados para fora deste ou que dentro deste sofram o efeito de bola de ping-pong com todas as nefastas consequências associadas. Estima-se que na Europa cerca de dois milhões de vidas tenham sido salvas nas últimas duas décadas, graças ao uso e de forma correta do cinto de segurança.

Patenteado por Gustave Liebon no ano de 1903, foi no ano de 1896 que se registou a sua primeira utilização.  A sua importância para a segurança passiva encontra-se ao nível de importância dos pneus para a segurança ativa. Ou seja, não colocar o cinto de segurança quando se está em circulação, mesmo em trajetos curtos, é igual a circular com pneus com desgaste superior ao admissível por Lei ou em estado de degradação avançado.

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