Dicas para um melhor uso do seu veículo (Turbo)

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Por mais que algumas pessoas gostem de conduzir e saibam fazê-lo, de vez em quando não custa nada rever e relembrar a forma correta de fazê-lo, pois com o tempo passamos a achar que determinados vícios que decorrem dos quilómetros que vamos acumulando ao longo dos anos.

Alguns desses vícios podem ser dispendiosos, outros lesivos para a nossa saúde e outros realmente perigosos para a nossa integridade física e de quem se cruza connosco na via pública. Identifique aqui alguns desses vícios mais comuns e descubra como evitar voltar a cometê-los.

Por mais que gostemos de conduzir, muitas vezes não somos perfeitos a fazê-lo, até aqueles de nós que, conscientemente, tentam executar de forma correta as técnicas de condução. São erros que algumas pessoas fazem sem perceber que estão fazendo ou, nalguns casos, sem estarem conscientes de que estão a cometer erros.

Cuidados a ter com motores turbo

O turbo-compressor, conhecido apenas como turbo, foi inventado pelo engenheiro suíço Alfred Buchi em 1905. Inicialmente usados nas locomotivas, hoje em dia são usados também em navios e em automóveis. No desporto motorizado, a Renault foi a primeira a utilizá-lo na Formula 1, em 1977, sendo proibido pela FIA doze anos depois, regressando em 2014.

Um turbo pode ser dividido em duas partes: a turbina, também conhecida como parte quente, e o compressor, a parte fria, o nome é devido à diferença de temperatura das duas partes que pode exceder centenas de graus durante o funcionamento normal. A turbina é acionada pelos gases de escape do motor, daí a alta temperatura e faz rodar o compressor que comprime o ar da admissão.

Sabe-se que o binário de um motor está diretamente relacionado à massa de ar que o mesmo consegue aspirar por ciclo de admissão. O turbo comprime o ar antes de ser admitido pelo motor. Assim, dado um mesmo volume de ar, têm-se muito mais massa de ar devido à compressão.

Os motores turbo foram uma novidade nos anos 80, mas sua popularidade está em alta novamente, após os diesel terem massificado o seu uso, agora os motores a gasolina estão a recorrer aos seus préstimos para reduzir emissões, para isso são usados motores de menos cilindrada que, graças ao turbo, conseguem debitar uma potência e binário idênticos a motores maiores. Os turbos de hoje são geralmente mais resistente e apresentam menos demoras a “encher”.

Nestes motores é preciso ter em atenção com as variações a nível térmico, que variam consoante cada carro, o seu estilo de condução e o óleo que usa, é essencial um lubrificante de qualidade a fim de evitar girarem em seco e griparem. Consulte o manual do proprietário e fale com um técnico qualificado para mais detalhes, assim pode evitar dissabores nas suas deslocações e na sua carteira.

Foto | Sunny