Novas tendências na segurança automóvel, o seu está atualizado?

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Os elementos de segurança presentes num automóvel atual permitem reduzir a probabilidade de se envolver num acidente, mas caso este aconteça melhora as probabilidades de sobrevivência dos seus ocupantes, por vezes até sem ferimentos graves, mas de qualquer forma reduzindo as sequelas e ajudando a proteger a vida dos ocupantes do veículo.

Mas vamos a uma caso concreto, o seu, quando comprou o seu veículo atual provavelmente escolheu a cor que pretendia, talvez a sua cor favorita, ficou indeciso quanto as jantes que pretendia, escolheu o sistema de entretimento que mais lhe atraiu, mas… quais foram as caraterísticas de segurança que escolheu?

Sistemas obrigatórios de segurança

Se respondeu airbag, ABS ou controlo de estabilidade saiba que esses elementos já são obrigatórios, segundo a legislação europeia em vigor para veículos de série, pelo que nem é permitido adquirir um veículo novo sem esses elementos, exceção feita a marcas de produção limitada.
Porém algumas viaturas possuem vários airbag’s, além dos frontais, existem airbag’s laterais, de cortina, traseiros e para os joelhos, cada qual protege em especial uma área do corpo, a saber a parte frontal da cabeça, a zona lateral do tronco, a parte lateral da cabeça, a parte traseira da cabeça e o último é auto descritivo.
Os cintos de segurança também estão cada vez mais “empenhados” em cumprir o melhor possível o seu papel, há alguns anos que dispõem de sistemas com pré-tensor de forma a garantir que estão bem ajustados ao corpo no momento do acidente, o sistema entra em funcionamento ao detetar que o veículo está envolvido num acidente, então o pré-tensor dispara e reduz a folga do cinto.

Novas tendências na segurança automóvel

As novas características de segurança dos veículos automóveis são essencialmente ativas, pois na prevenção está o ganho para todos. Assim, os construtores e fornecedores estão cada vez mais empenhados em conseguir arranjar forma de evitar que os seus veículos sejam envolvidos em acidentes rodoviários.
Atualmente os avisos de colisão frontal, geralmente estão ligados ao sistema de travagem de emergência autónoma, estes dois conseguem imobilizar a viatura após detetar um perigo eminente e caso não seja tomada nenhuma iniciativa pelo condutor, entenda-se travar, o sistema efetua essa operação de forma a evitar o embate.
Infelizmente alguns destes sistemas só funcionam a baixa velocidade e os que funcionam a velocidades superiores tem um desempenho pior que a baixa velocidade, mas de qualquer forma conseguem uma redução da gravidade do acidente, devido a conseguirem diminuir a velocidade do veículo no momento antes do embate.
Estes sistemas de travagem autónoma, por vezes, estão ligados a sistemas de deteção de peões, tendo o mesmo princípio de funcionamento, detetam o perigo de atropelamento, e numa primeira fase alertam o condutor, para que este tenha hipótese de fazer alguma manobra evasiva, no momento seguinte, caso o condutor não tenha resolvido o problema detetado, ativa os travões, para evitar o atropelamento do peão.

Evitar sempre o acidente

Entre os novos sistemas de segurança existe um que deteta o nível de atenção do condutor, serve especialmente para os casos de sonolência, quando o sistema deteta que os olhos do condutor estão fechados mais que o tempo normal, ou com um comportamento típico antes de adormecer.
Paralelamente, e com um funcionamento idêntico ao anterior, existem sistemas que estão vocacionados a detetar a fadiga do condutor, fadiga essa que acaba por levar a comportamentos erráticos que colocam em risco todos os que circulam na via pública.
Alguns modelos mais avançados disponibilizam informação da sinalização por onde acabaram de passar, seja essa determinada pela localização por GPS da viatura, sabendo qual a velocidade máxima autorizada de circulação, quer seja por sistemas de leitura inteligentes que reconhecem os sinais e interpretam-nos, informando o condutor qual a velocidade vigente no local. Todas as ajudas são sempre bem vindas no que toca à segurança de todos.

Foto | Frank Derks