A chuva está de regresso, vamos adaptar o comportamento.

A chuva está de regresso

O final de Agosto trouxe consigo os primeiros pingos de chuva, num anúncio antecipado de precipitação forte para os próximos tempos. Assim, devem os condutores dar início à “substituição do chip” mental e comportamental, com vista a diminuírem a probabilidade de sinistro.

A primeira chuva, aquela que apenas molha o pavimento e não o lava, é sem dúvida a mais perigosa para a circulação rodoviária. Afinal, uma vez que não a lava, liberta do asfalto toda a gordura nele entranhada, tornando-o demasiado escorregadio.

Quando a gordura parece detergente

Muitas são as vezes em que, ao circularmos, verificamos que no pavimento existem manchas brancas, seja no rasto deixado pelos pneus dos outros veículos, seja de forma isolada. Quando tal acontece, estamos na presença de gorduras ou óleos na faixa de rodagem.

A chuva, a primeira que cai, liberta esses óleos e essas gorduras, muitas delas libertadas pela seiva das árvores, mas não a elimina. O perigo indexado a essa realidade é o de um pavimento extremamente escorregadio, com uma diminuição de atrito e uma elevada probabilidade de se entrar em despiste, quer em travagem, quer em curva.

Deste modo, na primeira chuva que se faz sentir, ou nas primeiras, devem os condutores estar especialmente atentos ao surgimento das manchas de gorduras, uma vez que esses são pontos extremamente escorregadios. Devem perceber que, também os pneus, estão com a borracha mais seca, mais gastos e com menor capacidade de aderência.

Por forma a melhorar a sua performance, os condutores deverão, agora, dar início à verificação do estado dos pneus do seu veículo, procurando para isso uma oficina especializada, técnicos Michelin, por exemplo e desta forma garantir uma maior segurança rodoviária.

Foto¦ Pauline Eccles