Fortes chuvas, grandes problemas (1)

Fortes chuvadas, grandes problemas

Cada vez mais as condições atmosféricas se encontram irregulares, fazendo com que haja uma constante alternância entre fortes chuvas e tempo extremamente seco e quente. Isto faz com que determinadas vias das localidades sofram com a forte pluviosidade, criando-se verdadeiros lagos e rios nos passeios e faixas de rodagem.

Uma vez que a incerteza de um clima cada vez mais instável pode causar surpresas indesejáveis, olhamos para as aldeias, vilas e cidades e tentamos perceber se estas têm infraestructuras rodoviárias capazes de suportar enorme conflito ambiental.

 As chuvas que condicionam a circulação rodoviária

As fortes chuvas que se vão precipitando, a espaços e no território português, têm vindo a causar fortes constrangimentos aos condutores que utilizam as diversas vias afectadas. Se até à relativamente meia dúzia de anos elas apenas se faziam sentir em estação de inverno, agora isso passa-se em qualquer altura do ano.

Esta realidade faz com que as vias de comunicação terrestre se encham de uma quantidade de água exagerada, não apenas por motivos de quantidade de precipitação, mas também pelo facto de grande parte delas ter sido projectada sem que fosse equacionada a possibilidade de surgirem enchentes. Deficiente capacidade de escoamento de águas e fraco sistema de drenagem.

Fortes chuvas, grandes problemas

Que soluções existem para solucionar o problema?

Com esta realidade cada vez mais presente no dia-a-dia dos utilizadores das vias públicas e dos responsáveis pela gestão da coisa pública, devem esses responsáveis rapidamente juntarem-se ao redor de uma mesa e começar a pensar numa solução exequível capaz de contornar os problemas que a intempérie acarreta. Nomeadamente câmaras de escoamento de águas com boa capacidade e bombas de escoamento dessas mesmas águas.

Devem também os demais utilizadores do espaço público pensar em encontrar estratégias viáveis de contornar os problemas surgidos no conflito condições atmosféricas vs arquitectura do meio rodoviário, para que dessa forma não façam parte dos que sofrem com esse conflito ou contribuam para que ele aumente.

Desta forma, deverão os condutores evitar utilizar espaços inundados. Se o fizerem, fogem de possibilidades de condicionalismos nas suas viaturas, nomeadamente ao nível do sistema de travagem.

Foto: Figueira na Hora