Para grandes males, boas soluções rodoviárias

Para grandes males, boas soluções rodoviárias

A estrada nacional 111 sempre foi uma estrada que constituiu grande perigo para a circulação rodoviária. Isso acontece, porque é uma via com grande fluxo de trânsito e atravessa muitas localidades, algumas delas verdadeiros mini-centros de comercio.

Durante os anos 80, 90 e no inicio deste novo século, aquela estrada, principalmente na zona de Tentúgal, S. Silvestre e S. João do Campo, a taxa de sinistralidade rodoviária sempre foi elevada, tendo como causa principal as ultrapassagens mal efectuadas, velocidade elevada e mudanças de direcção.

 A resolução de problemas rodoviários

Durante muito tempo se levantaram vozes no sentido de sensibilizar quem de direito para que fossem encontradas soluções rodoviárias para aqueles troços de tão fatal via. Soluções rodoviárias essas que não apenas diminuíssem a taxa de sinistralidade, como conseguisse fazer com que os condutores adoptassem outro tipo de condução.

Se inicialmente por essas soluções rodoviárias passou a afixação de sinalização que impusesse uma maior diminuição de velocidade, ou a permanência em maior número de viaturas de radares móveis de controlo de velocidade, foi mais tarde que as soluções rodoviárias adequadas surgiram.

Porque a imposição de limites de velocidade e a permanência de radares móveis de controlo de velocidade não foram o suficiente, avançaram as entidades competentes para a colocação de separadores centrais de sentidos de trânsito.

Inicialmente a colocação destes separadores não foram bem aceites por muitos condutores, uma vez que não permitiam a ultrapassagem e obrigavam que os condutores mais afoitos tivessem de se manter a circular atrás de condutores mais lentos, no caso dos tractores agrícolas, ou dos condutores respeitadores.

Algumas foram as situações de condutores que, ainda não familiarizados com a presença daquelas soluções rodoviárias, iniciavam ultrapassagens, fora de tempo, tendo como consequência o embate nos separadores ou a circulação em sentido contrário, o que condicionava a segurança.

No entanto, com o tempo, foram-se habituando à presença daquele separador e a sinistralidade naqueles troços diminuiu ou acabou mesmo. aquela foi uma solução fácil de desenvolver e aplicar, com excelentes resultados rodoviários.

Foto¦ Google Maps