Enquanto você assiste a este vídeo em silêncio, você está doando um minuto do seu tempo em memória das vítimas de acidentes de trânsito. Com o seu tempo, conseguiremos conscientizar as pessoas em um dia tão importante para nossas vidas. Veja os resultados aqui.
No Dia mundial em memória das vítimas de acidentes de trânsito, nossa memória é com elas.

Montelavar vai receber, por organização da corporação de bombeiros voluntários local, dia 15 de Novembro, o II Seminário de Abordagem Sistémica do Socorro. Trata-se de um debate muito importante e interessante, uma vez que se vai abordar os mais diversos tipos de abordagem no auxilio às populações, directa ou indirectamente.
Deste modo, o Circula Seguro também vai estar presente, uma vez que um dos seus colaboradores foi convidado para se juntar ao painel de oradores e deste modo abordar a circulação em emergência, um factor que está presente em todas as abordagens em debate. Não nos esqueçamos que o meio principal de comunicação entre as entidades de socorro e o Teatro de Operações é o meio rodoviário.
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O motorista deve ficar atento e respeitar limite de carga recomendado para cada veículo
Uma dúvida comum entre motoristas é como aumentar a vida útil e não comprometer os amortecedores e demais itens da suspensão. Quando se trata de carros comerciais, o cuidado deve ser redobrado, visto que frequentemente as bagageiras são sobrecarregadas. Diante deste cenário, o especialista Juliano Caretta da Monroe, líder mundial no desenvolvimento e fabricação de amortecedores, oferece algumas dicas. Ler mais…

A segurança rodoviária , seja ela nas estradas portuguesas, holandesas, canadianas ou chinesas, engloba todos os seus intervenientes. Se nuns países ela é mais estudada, elaborada na sua aplicação, noutros a realidade não é essa.
Se um condutor estiver sujeito a uma ocorrência súbita de saúde , sobre a qual não tenha controlo, o sinistro acontece, com maior ou menor gravidade, sempre dependendo do local onde transita, da velocidade e de toda a envolvência.
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Os sistemas de retenção secundários existentes no interior de um veículo automóvel são talvez a designação mais desconhecida, mesmo que um dos seus elementos seja dos mais vezes mencionados por todos os que falam de segurança automóvel por para providenciar maior segurança em caso de acidente.
Todos já olhamos para o painel de um automóvel e logo por baixo da identificação da presença do airbag, o mais conhecido sistema secundário, lemos as letras SRS que significam “Supplemental Restraint System”. Ou seja, identifica um sistema secundário, ou suplementar, à segurança automóvel.
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Esta poderá parecer uma simples novidade legislativa sem grande importância. No entanto, ela é mais do que isso. Esta é uma noticia que acarreta segurança rodoviária, menor sinistralidade e maior igualdade.
Desde o passado dia 1 de Novembro de 2014, todos os automóveis ligeiros fabricados e matriculados na União Europeia, estão obrigados a estarem equipados com o sistema de segurança activa ESP, garantindo desta forma que não serão apenas as gamas altas a disporem desta elevada segurança, mas todos por igual.
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Poderão, ao ler este artigo, muitos condutores dizer que ele não se aplica à sua realidade rodoviária. No entanto, a circulação em vias rurais, em Portugal, faz-se em grande parte do território, seja por vias mais expostas, seja por vias rurais mais discretas.
A verdade é que se fizermos uma avaliação dos trajectos habituais que efectuamos, mesmo quando acedemos às grandes urbes, verificamos que são mais as vias onde nos cruzamos com tractores agrícolas ou outro tipo de veículos de actividade agrícola, do que realmente julgávamos.
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Atualmente qualquer carro que compremos têm direção assistida e isso é bom, quem não se lembra dos carros sem ajuda na direção e de cada vez que tivesse da fazer manobras em locais apertados era como se corre-se uma meia maratona. Felizmente hoje em dia mesmo os carros de gama muito baixa têm direção assistida.
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De tempos a tempos trazemos a este espaço os números da sinistralidade rodoviária portuguesa, principalmente para que os nossos leitores se mantenham ao corrente desses elevados valores e dessa forma efectuem uma reflexão e passem a adquirir melhores comportamentos rodoviários.
Deste modo e percorrido quase um ano civil de contabilidade dos sinistros por parte das autoridades competentes que fiscalizam as estradas portuguesas, seja no interior das localidades, seja nas estradas nacionais, exige-se uma análise aos números, perspectivando que com isso se consiga diminuir a taxa de sinistros na época festiva que se aproxima.
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Quando pensamos em segurança rodoviária e formas de circular seguro, lembramo-nos em primeiro lugar do comportamento dos outros, lá mais para o meio da lista deverá estar o nosso comportamento, lembramo-nos das condições da via, das condicionantes atmosféricas, do estado do veículo e outros componentes da segurança que são diretamente relacionados com o critério de cada um para dizer se determinado veículo circula seguro.
Por vezes não nos lembramos das condicionantes para que determinados veículos existam, para que possuam um tipo de tecnologia de segurança em detrimento de outra, sabemos que o mercado automóvel, tal como qualquer outro mercado, procura oferecer o que os consumidores procuram, dentro dos parâmetros exigidos pelas entidades reguladoras, o que nos reserva o futuro da segurança e da mobilidade.
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