
Quando se dá um acidente rodoviário, são apenas avaliados os danos imediatos, ainda que se saiba que existem muitos mais. Aqueles que surgem mais tarde, são avaliados apenas trinta dias após, uma vez que esse é o período definido pela União Europeia para avaliar quais são os internados que morrem até esse período.
Feitos os relatórios, por parte das instituições, parte-se para um novo período, ainda que se tente mostrar que algo, realmente, está a ser efectuado para melhorar o que não correu bem. Acontece que muito pouco está a ser efectuado, uma vez que ainda se continuam a ter muitos acidentes rodoviários e sempre os mesmos

Numa sociedade onde a idade média da população tem vindo a aumentar consideravelmente, é natural que encontremos mais pessoas menos jovens a circular nas nossas estradas, não só como condutores ou passageiros, mas também como peão.
Como todos sabemos, mas nem sempre nos lembramos, não são só os condutores que tem que respeitar as regras de segurança rodoviária, os peões tem também as suas regras e algumas recomendações que deveriam seguir quando estão a circular na via pública.
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Anualmente o fenómeno sinistralidade rodoviária consome centenas de milhares de euros aos orçamentos de estado dos diversos países. No entanto, há países que gastam menos recursos financeiros com a sinistralidade rodoviária do que outros.
A formação, a boa formação, será sempre uma das melhores formas de combater esta maleita. Já aqui abordamos a questão da formação adequada na idade certa. Nada ou pouco vale tentar formar quem já tem enraizado atitudes e comportamentos de risco.
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As alterações climatéricas que o planeta Terra está a sofrer, têm tido fortes influências na “normalidade” das estações do ano. E se por esta ocasião o “normal” seria haver chuva, a verdade é que estamos com dias de nevoeiro matinal intenso e temperaturas bastante baixas.
A cada dia que passa, a via pública e especialmente as faixas de rodagem de tantas e tantas estradas por esse Portugal fora, se enchem de viaturas, independentemente se está sol, chuva ou nevoeiro, se é de dia ou é entardecer com a noite a espreitar.
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Quanta vezes já vimos um outdoor interessante e fixamos o olhar para conseguir ler a informação que nele está escrita enquanto estamos a conduzir, embora sejam apenas alguns segundos claro, mas esses segundos por vezes podem ser o suficiente para que se tenha um acidente mais ou menos grave. Se para os condutores jovens isto não representa um problema muito grave, visto que têm, geralmente, uma boa visão e não fixam o olhar na publicidade demasiado tempo e também têm uma rápida perceção daquilo que vêm, já para os condutores idosos este é um problema bem mais grave, uma vez que, na sua grande maioria, tem visão deficiente que impossibilita a leitura rápida de qualquer tipo de publicidade que desperte o interesse o que faz que desviem a atenção da estrada por um período demasiado longo. Ler mais…

Mais um ano está a chegar ao fim e preparam-se as instituições para analisar os dados da sinistralidade, causas e consequências que os acidentes provocaram. Um ano em que se espectava que fosse melhor que o anterior, tendo em consideração os números que se vão exibindo.
A duas semanas da data festiva do Natal, quadra que movimenta um volume de tráfego rodoviário superior ao normal, onde os acidentes rodoviários são muito comuns, anseia-se que este ano a sinistralidade diminua, essencialmente por alterações comportamentais dos condutores.
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As luzes de circulação diurna, aquelas luzinhas engraçadas na frente dos veículos actuais, tornaram-se obrigatórias no espaço da União Europeia, nos veículos ligeiros de passageiros e nos comerciais ligeiros, homologados a partir de dia 7 de Fevereiro de 2011.
As luzes para circulação diurna destinam-se, como o seu nome indica, a estarem ligadas durante o dia, sempre que motor esteja em funcionamento, ou caso possua Start/Stop, sempre que o veículo esteja preparado para circular, o seu propósito não é ajudar o condutor a ver a estrada, mas sim ajudar os outros utentes da estrada a ver o veículo e saber que é um veículo em circulação. Ler mais…

A estrada nacional 111 sempre foi uma estrada que constituiu grande perigo para a circulação rodoviária. Isso acontece, porque é uma via com grande fluxo de trânsito e atravessa muitas localidades, algumas delas verdadeiros mini-centros de comercio.
Durante os anos 80, 90 e no inicio deste novo século, aquela estrada, principalmente na zona de Tentúgal, S. Silvestre e S. João do Campo, a taxa de sinistralidade rodoviária sempre foi elevada, tendo como causa principal as ultrapassagens mal efectuadas, velocidade elevada e mudanças de direcção.
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As auto-estradas são vias que servem, essencialmente, para diminuir o tempo de ligação entre duas localidades. São vias onde se transita mais rápido do que as vias comuns e onde nem todos os veículos podem circular, pelas características que estas vias tão específicas proporcionam.
Uma vez que nas auto-estradas se pode circular a velocidades superiores, também é verdade que as distâncias percorridas por segundo são maiores que nas vias comuns, onde a velocidade é mais baixa… bem mais baixa.
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No seguimento do artigo que publiquei na semana passada venho agora mostrar o porquê de ter lançado a ideia de que os condutores idosos deveriam ser proibidos de conduzir, ou pelo menos deveriam ser obrigados a fazer exames de condução para aferir com certeza se estariam aptos para a condução ou não.
Esta semana soubemos números estatísticos que dizem, no geral, que há 132 idosos por cada 100 jovens, caminhamos cada vez mais para um país de “velhos” se já não o somos, devemos por isso criar legislação mais especifica para essas pessoas, não podemos deixar que se tire a carta aos 18 anos e se passe 50 anos sem que nada seja reavaliado, mas esse tema já foi falado no artigo anterior sobre se deverão os condutores idosos serem proibidos de conduzir.
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