
A segurança rodoviária faz-se através da execução de diversas actividades,m entre elas o estudo das vias, seus perigos e devida adaptação e correcta colocação de sinais de trânsito. Sinais de trânsito esses que se encontram homologados ao abrigo do código da estrada.
Acontece que, muitas vezes, esses sinais de trânsito não se encontram bem colocados ou até mesmo colocados. Ou seja, em muitas circunstancias, a sinalização gráfica vertical não se encontra colocada nos respectivos lugares, estando até, em bastantes circunstancias, ausente.
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A condução autónoma tem vindo a ser dos assuntos mais falados em tudo o que são jornais, blogs e sites do mundo automóvel e também da tecnologia, é bem capaz de ser a maior evolução no mundo automóvel e tecnológico do século.
Todos os grande grupos como Mercedes Vw (através da Audi), Ford e até a Google têm investido na investigação e colocação em prática da condução autónoma, todos querem ser primeiro, é como a guerra fria a ida do Homem à lua, todos queriam ser primeiro do que o outro. Ler mais…

Com o avançar dos ponteiros do relógio, os anos vão também caminhando no sentido de um futuro que se mostra cada vez mais surpreendente, tecnologicamente, imprevisível e demonstrador das capacidades humanas em criar soluções capazes de aumentar a segurança activa e passiva dos utilizadores da via pública.
Os automóveis vão sendo equipados, de série, com equipamentos e tecnologia de ponta, sempre em busca das melhores condições de segurança. Se nos tempos antigos essa segurança era descartada, pensando-se apenas em termos de velocidade, nos tempos modernos essa segurança é o ponto de partida para a construção de um veículo.
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A inspeção periódica obrigatória (IPO) a uma viatura tem como objetivo confirmar, com uma determinada regularidade que depende da idade do veículo, que o mesmo tem uma manutenção adequada e que mantém boas condições de funcionamento e de segurança.
Para que todos possamos circular em segurança, estão sujeitos a inspeções periódicas todos os automóveis ligeiros e pesados, assim como os reboques por estes utilizados. Sabe qual que documentos deve levar para inspeção? Sabe qual a periodicidade das inspeções do seu carro? As respostas a estas perguntas estão aqui.
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Hoje voltamos a debater a manutenção das vias e da faixa de rodagem, porque mais uma vez nos deparamos com a forma mais fácil de resolver os problemas do tempo e do uso, sinalização indicadora de pavimento em mau estado.
Este é um modo simples de tapar o sol com a peneira, passando toda a responsabilidade de um acidente, por motivos de falta de qualidade da via, num todo, ou da faixa de rodagem em particular, para os condutores acidentados.
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Num relatório do Observatório Europeu dos Riscos, que abrange todo o setor dos transportes, são destacados, relativamente ao sector do transporte rodoviário, os seguintes perigos, riscos e problemas no domínio da SST:
- Entre os principais perigos e riscos físicos, contam-se os seguintes: a exposição a vibrações e a longa permanência na posição de sentado (conceção do assento, da cabina e de outros equipamentos); a movimentação manual de cargas; a exposição ao ruído – nas operações de carga e descarga, e durante a condução de camiões (motores, pneus, ventilador, etc.); inalação de gases e vapores, e manipulação de substâncias perigosas (gases de escape, produtos químicos transportados, combustível, exposição ao pó da estrada nas operações de carga e descarga e nas pausas para descanso e para lavagem e preparação do veículo); condições climáticas (calor, frio, seca, chuva, etc.); pouca margem para a adoção de condições de trabalho ergonómicas e estilos de vida saudáveis.
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É incrível a reserva que muitas pessoas colocam à mais recente alteração ao Código da Estrada, relativamente à prioridade que foi atribuída à bicicleta, numa situação de cruzamento com veículos motorizados.
Alega-se que a bicicleta é um veículo frágil, mais lento, que não proporciona uma boa fluidez no trânsito, uma vez que os seus condutores não têm comportamentos adequados às necessidades do tráfego rodoviário moderno.
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É hábito a cada final de ano velho ou principio de ano novo ,apresentar-se os votos para o novo ano. E hoje é isso que venho fazer para o ano de 2015. Mas para além dos demais e curriqueiros votos que qualquer um apresenta, os nossos são direccionados ao sector que nos regula; o rodoviário.
São votos que não lançamos ao vento, aguardando que atinjam alguém ou que simplesmente se percam no tempo, na atmosfera, ficando cada um de nós com a sensação de missão cumprida. Não, os votos que desejo apresentar a todos, são votos verdadeiros, reais, exequíveis, alcançáveis, bastando para isso cada um de nós querer alcançá-lo.
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O que fazer quando não existe acordo no preenchimento da declaração amigável? Ou quando nenhum dos acidentados tem em sua posse um impresso da Declaração Amigável de Acidente Automóvel? Saiba como pode agir.
Num acidente de automóvel, desde que não haja feridos, os intervenientes deverão preencher a declaração amigável no local do embate, neste preenchimento é importante identificar os intervenientes e suas seguradoras e a forma como ocorreu o acidente de forma factual.
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É inevitável neste inicio de ano não se abordar os números da sinistralidade registados pelas habituais operações de fiscalização rodoviária e apoio aos condutores que em tempo festivo de deslocam para zonas mais distantes do seu habitual local de residência.
Uma vez mais, depois da operação de Natal, a GNR colocou no terreno a operação “Ano Novo Seguro”, com vista a fiscalizar e a orientar os condutores que vão desenvolvendo quilómetros nesta fase festiva.
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