
A estrada nacional 111, que liga a cidade da Figueira da Foz à cidade de Coimbra tem, ao longo da sua história rodoviária, uma quantidade elevada de acidentes rodoviários, muitos deles com vitimas mortais a lamentar, outros com feridos graves e perdas materiais elevadas.
Uma vez que a sinistralidade sempre foi elevada, houve, ao longo dos anos, a necessidade de se ir adaptando e via a uma maior segurança, incrementando para isso sistemas e técnicas que promovam essa mesma segurança. Muito há, ainda, por fazer.
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Quando ligamos para o número de emergência nacional (112 em Portugal) o primeiro pensamento que temos é que cheguem imediatamente. Sabemos perfeitamente que para fazerem 30 km demoram no mínimo 20 minutos (a alta velocidade), mas passados 5 minutos já estamos aflitos a perguntar – mas onde esta a ambulância, nunca mais chega? Nessas alturas um minuto corresponde a uma hora, e 30 minutos é uma vida. Ler mais…

Mais segurança na “descida de Brenha” – EN 109
Abordei há alguns dias a questão do perigo que é o troço da EN 109 no Concelho da Figueira da Foz, mais conhecido como “descida de Brenha“. Tal abordagem deve-se à volumosa sinistralidade rodoviária que naquela pequena quantidade de quilómetros se tem registado.
É um troço de estrada com muita história, de largos anos, onde a determinada ocasião existia um cruzamento, conhecido como o “Cruzamento do Galo D’ouro“, onde dezenas de acidentes mortais se deram, devido à configuração da via e mau estado de conservação.
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Todos já passamos por alguma situação em que um veículo surge de um ponto que não temos visibilidade e acabamos sendo surpreendidos, a zona onde esse carro se “escondeu” é um ponto cego, basicamente é uma área em torno do veículo que não pode ser observado diretamente, ou através dos espelhos retrovisores, enquanto conduz.
Os pontos cegos existem em uma ampla gama de veículos, não só carros e camiões, mas também em barcos a motor, veleiros e até em aeronaves. Alguns tipos de veículos não têm pontos cegos, sabe quais são? Ler mais…

Quando se aborda a matéria mobilidade urbana, deve sempre fazer-se tendo em conta todo o tipo de mobilidade; não apenas a dos veículos, mas também, principalmente, a dos peões, com especial atenção e cuidado, na projecção das vias e acessos, de determinado tipo de peões.
Infelizmente cruzamo-nos na rua com diversas pessoas com graves problemas de locomoção, necessitando, muitas vezes, de recorrerem ao uso de cadeiras de rodas. Estas não são pessoas inferiores, devem é, no entanto e porque a lei assim o impõe, não estarem sujeitas a barreiras arquitectonicas provenientes de má projecção e que bloqueiam a livre circulação.
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Os acidentes rodoviários não escolhem alvos. É transversal e, quando menos se espera, encontra-nos ao virar da esquina, a meio de uma curva, numa recta onde é, de todo, improvável que algo fora do comum possa suceder.
Quando saímos para a estrada, pensamos sempre que nada nos pode acontecer, mesmo quando pertencemos a forças de fiscalização rodoviária. É normal, afinal qualquer um de nós, civis ou militares, temos uma prepotência escondida sobre a nossa capacidade de conduzir e controlar os eventuais erros de condução alheios, nunca nossos.
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Pode não ser muito comum, mas o cavalos e cavaleiros aparecem muitas vezes nas estradas, sejam eles de lazer ou de trabalho ou até da GNR, os cavalos são um animal de grande porte que por vezes pode provocar algum desconforto no automobilista quando se encontra com ele. Muitos não sabem bem o que fazer ou como fazer, não abrandam, alguns até apitam e como bem sabemos o cavalo é um animal muito “assustadiço” (não falo com conhecimento próprio). Ler mais…

Foi aqui trazida a informação sobre a intenção, do Governo português, de introduzir no regime sancionatório a tão afamada “Cartas de condução por Pontos“. Este é um propósito que já existe noutros países da Europa, mas que não está implementado só por si, como uma ilha isolada no oceano.
Segundo se pode ler na notícia, a proposta de Lei dará entrada na Assembleia da República no final de Março, ou seja, dentro de mês e meio, aproximadamente. Entretanto surge a Páscoa, a discussão das eleições legislativas, etc… a coisa (debate) não deverá avançar antes de Setembro deste ano, na melhor das hipóteses.
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Com a necessidade de baixar as emissões de CO2 os fabricantes de automóveis estão a investir em veículos híbridos e eléctricos, sendo que em Portugal estes tem uma vantagem fiscal acentuada. No entanto os laboratórios de empresas do sector automóvel estão a ajudar a criar novas soluções, irá a nova tecnologia de baterias aumentar as vendas deste tipo de veículos?
Com várias tecnologias de bateria ao dispor as mais comuns são as de iões de lítio, no entanto quase todos tem uma relação de amor e ódio com estas baterias, se por um lado permitiram avanços em projetos de construção de diversos automóveis. Conheça a nova tecnologia para baterias e para quando a sua chegada ao mercado.
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A legislação portuguesa relacionada com a circulação rodoviária, o Código da Estrada, é um documento que está, em grande percentagem, bem elaborado. Haverão alguns pontos a adaptar ou modificar, mas grosso modo, não está mau e é exequível.
O grande problema da legislação penalizadora às regras do Código da Estrada, é que são muito pecuniárias e pouco ou nada sociais. Quem tem dinheiro vai pagando as transgressões que vai efectuando, vai recorrendo de sanções aplicadas e a morosidade da máquina fiscalizadora acaba por permitir que o prevaricador reincida nas transgressões.
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