
O primeiro mês do ano de 2015 apresentou uma viragem, no que diz respeito aos valores da sinistralidade rodoviária, em relação ao que estava a acontecer nos últimos anos. Mais acidentes, mais mortes, mais feridos graves e mais sofrimento e gastos com seguros.
É desejável e expectável que, mês após mês, ano após ano, a taxa da sinistralidade rodoviária diminua, aumentando a qualidade do meio rodoviário, da vida das pessoas, assim como diminuindo os custos inerentes ao sinistro, nomeadamente com prémios de seguro e gastos no socorro.
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O Governo vai avançar com a introdução da carta de condução por pontos, sistema que substituirá o atual regime das multas e da cassação do título. Quase 12 mil condutores, segundo dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), estão em risco de ficar sem carta de condução, caso cometem mais uma contraordenação grave ou muito grave. Ler mais…

Chamar estrada da morte ao troço da Estrada Nacional 109 que atravessa o troço no Concelho da Figueira da Foz, conhecida por “descida de Brenha”, não é de todo exagerado, tendo em consideração o elevado número de acidentes que por ali se vão registando.
É um troço de via composto por um plano inclinado, muito tráfego de automóveis pesados, que quando vão carregados circulam a velocidade baixas, alguma industria com saída directa para a faixa de rodagem e muitos condutores de veículos ligeiros impacientes.
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A Polícia de Segurança Pública (PSP) dá conta de que foram controlados no último ano, a nível nacional, por agentes desta força policial em operações de prevenção de excessos de velocidade, cerca de 3 milhões de veículos. Destes, 3% foram detetados a transitar em velocidade excessiva, o que pressupõe dizer que mais de 93.000 condutores foram autuados por esta infração.
A PSP tem divulgado ao longo dos últimos 2 anos, no início de cada mês, 80% das operações fixas de controlo de velocidade que acontecem um pouco por todo o País, reforçando essa informação ao início de cada semana, para relembrar a população dessas atividades de fiscalização e controlo, porém os excessos continuam. Saiba os números do excesso de velocidade em 2014. Ler mais…

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, as temperaturas vão continuar a ser baixas, o que provoca, essencialmente pela manhã, o depósito de gelo na faixa de rodagem das estradas portuguesas.
Esta é uma realidade que não deixa qualquer dúvida a ninguém, no entanto os condutores insistem em não olharem para essa situação de uma forma séria, continuando a conduzir como se de tempo seco se tratasse, condicionando a segurança de todos.
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Cada vez mais os condutores fogem à circulação em auto-estradas, mas também à circulação em estradas nacionais. Procuram, desta forma, estradas municipais, que atravessam localidades, muitas delas em contexto rural.
Isto acontece por diversas razões, sendo duas delas o custo da circulação em auto-estrada e o facto de nas estradas nacionais as entidades policiais, nomeadamente a Brigada de Trânsito da Guarda Nacional Republicana, colocarem radares de controlo de velocidade, condicionando a velocidade que estes querem praticar.
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Todos os anos quando se aproxima um pouco mais de sol, vê-se muitas pessoas as passearem com as suas motas, e brinquedos. Este artigo vem na altura em que as pesquisas sobre este tipo de “brinquedos” na internet aumenta, muitos ponderam a compra de uma moto, ou moto-4 ou mesmo kart, é precisamente nesta altura que começam a fazer pesquisas na internet de modelos usados ou preços, etc. Ler mais…

O surgimento de novos veículos no quotidiano das pessoas, essencialmente dos condutores, fez com que nos tivéssemos de adaptar a noivos conceitos de transporte e perigos envolventes. E um desses veículos foi o velocípede com motor auxiliar.
O velocípede com motor auxiliar já não é um veículo novo, uma vez que as Velosolex já têm muitos anos de vida. Acontece que, quando surgiram, era obrigatório o seu condutor ter uma licença de condução, com frequência em formação de conhecimento de regras de trânsito básicas e respectivos sinais.
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Os novos modelos de automóveis estão a desempenhar um papel de destaque na redução de mortes na estrada, mas as hipóteses de ser morto em um acidente de carro ainda variam muito, os novos modelos reduzem mortalidade nas estradas mas depende muito da marca e modelo do carro em que circula.
O Instituto de Seguros de Segurança Rodoviária dos Estados Unidos da América (IIHS) publicou nesta quinta-feira de um estudo que analisou as taxas de mortalidade para os veículos a partir do ano 2011. No geral, determinaram que, os carros novos oferecem uma proteção significativa para os condutores. Saiba quais os modelos melhores e piores do estudo.
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Portugal tem uma rede de estradas secundárias elevada, com ligação entre as mais diversas estradas nacionais. São estradas compostas por faixas de rodagem, muitas vezes sem as minimas condições de circulação e segurança.
Poderíamos aqui referências uma dúzia de estradas secundárias por esse país fora, mas não é essa a intenção deste artigo. Pretende-se que, com ele, cada um dos responsáveis pelas estradas do seu Concelho, o identifique com as estradas da zona de acção.
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