
A moda do running surgiu na sociedade portuguesa e, rapidamente, foi interiorizada e adoptada por muitos praticantes. De um dia para o outros viu-se surgir nas ruas das cidade, vilas e aldeias, praticantes da modalidade, que a assumiram como um modo de vida.
Uma vez que praticar running implica utilizar a via publica, essa pratica requer, também, cuidados de segurança rodoviária, de modo a precaver a possibilidade de acontecer algum atropelamento que possa ter consequências dramáticas, não apenas para o praticante do running, mas também para o condutor.
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Esta é a parte 4 e última parte desta série de artigos que explicam ao pormenor o porquê dos limites de velocidade. Sei que já deve estar farto deste tema mas a verdade é que todos nos sabemos que os limites de velocidade em alguns locais são completamente desproporcionais à realidade mas é necessário saber o porquê através de dados factuais e não baseado em simples opiniões.
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Surgiu, nos últimos dias na comunicação social, a notícia, proveniente de um Governo em fim de ciclo, que no próximo ano, em Junho 2016, quando já estará um novo Governo em funções, irá surgir na vida dos condutores a chamada “Carta de condução por pontos“.
Se numa primeira fase e da forma como a notícia aparece, a avulso, na comunicação social e vida das pessoas, com inúmeros responsáveis de diversas instituições a virem a terreiro opinar sobre o assunto, gerou-se o alarme social entre quem é detentor de um título legal para conduzir um veículo motorizado em Portugal.
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Quando pensamos em condutores distraídos, tendemos a pensar em adolescentes ou idosos, quando detetamos condutores que estão agindo de forma irregular na nossa frente, julgamos que estão a ser conduzidos por utilizadores que se situam nos extremos das faixas etárias.
Temos tendência a fazer juízos de valor rapidamente, por exemplo, achamos que estão conduzindo sem sinalizar as mudanças de direção porque os outros condutores estão segurando seus telefones e não tem a mão disponível para ligar o manípulo do pisca. Mas olhando melhor vemos que o motivo é outro.
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Todos os que quiserem adquirir um título de condução de modo legal terão, inevitavelmente, de se sujeitarem a um exame de condução teórico e outro prático. Deste modo, poderão justificar a quem lhe avalia a pericia e os conhecimentos, o examinador, através da execução de uma quantidade de tarefas solicitadas, que têm competência para serem legítimos detentores do título legal de condução.
Acontece que, quando estão a ser examinados, nem todos os proponentes detêm essa competência, vindo a praticar irregularidades eliminatórias, ou um conjunto de falhas chamadas leves, que excedem o máximo admissível por legislação que regulamenta os exames de condução, nomeadamente as tarefas a cumprir, o examinado e quem está a examinar.
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Por mais que se alerte para o facto do cinto de segurança ser um equipamento que salva vidas no meio rodoviário, muitos continuam a ser os pais ou tutores que insistem em que os seus filhos ou tutorados continuem a não fazê-lo.
A diferença entre agarrar o seu filho à vida ou entregá-lo à morte, é um click. Um click que é emitido pelo fecho do cinto de segurança quando o coloca, ajustado, para que o seu filho não seja projectado dentro do veículo, como uma bola de ping-pong, em caso de acidente ou travagem brusca.
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Esta é a parte 3 de um total de 4 artigos que explicam ao pormenor o porquê dos limites de velocidade impostos. Nesta parte três vamos falar do que acontece quando passamos o limite de velocidade e como resolver o problema.
O que acontece quando você aumenta o limite de velocidade? Ler mais…

E se de repente, surgisse um sinal de trânsito na via pública que te impusesse uma circulação a uma velocidade minima de 150 km/h, ou te obrigasse a circulares em sentido oposto ou te obrigasse a circular, como peão, em local onde habitualmente é proibido?
O que acontece é que, para ser legal, o sinal de trânsito que é colocado na via pública,tem de que respeitar a legislação em vigor, pois se tal assim não for, as eventuais coimas passadas pelos meios de fiscalização, serão nulas e alvo de arquivamento.
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O bullying ao volante é um problema crescente em nossas estradas. Aprender a lidar com essa raiva pode ajudá-lo a contornar o perigo que muitas vezes se segue a um incidente de bullying na estrada.
Em primeiro lugar perceba que não pode controlar o comportamento de um outro condutor, mas que pode controlar o seu próprio. Quando um outro condutor força a entrada na sua frente a sua reação vai determinar o que acontece em seguida. Se for capaz de evitar uma reação violenta, nem que seja respirando profundamente de forma a manter a calma, então pode neutralizar uma situação potencialmente violenta.
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Existem, realmente, situações no trânsito que são de todo impossíveis de compreender, não na sua essência, uma vez que o comum condutor sabe que tal não é possível acontecer, aos olhos da legislação, mas que acontece pela mão de quem tem a responsabilidade de gerir o tráfego automóvel.
Já abordamos aqui algumas incongruências rodoviárias, como a da paragem de autocarros no interior de uma rotunda, a autorização de estacionar com marca rodoviária a proibir a paragem e o estacionamento e hoje, a paragem e estacionamento autorizados, não apenas dentro de uma rotunda, mas junto à placa central da mesma.
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