
A cada período do ano vão surgindo cuidados, aos quais devemos dar uma especial atenção. Essa atenção e cuidado visam, essencialmente, prevenir futuras ocorrências que possamos vir a lamentar e as quais não têm solução de remedeio.
Se no inverno e em dias chuvosos se recomenda uma diminuição da velocidade, um aumento da distância de segurança, devido ao facto do pavimento estar mais escorregadio ou a situação criar uma ocorrência de aquaplanagem, com o calor existem outros cuidados a ter em atenção.
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No seguimento do meu artigo da semana passada esta semana trago-vos a continuação deste tema que gerou muita procura e muitas visualizações, porque afinal de contas todos queremos saber qual a função dos limites de velocidade, é realmente para a nossa segurança ou simplesmente para a caça à multa. Ler mais…

A Fé movimenta multidões e faz com que cada um que segue a sua Fé, seja ela qual for, se entregue com determinação, valor, vontade e grande atitude na conquista daquilo em que realmente acredita. Fazem-nos na certeza que o estão a fazer da melhor forma.
No dia de hoje e os que o antecederam, as estradas portuguesas, estiveram repletas de peregrinos, que se deslocaram para Fátima, em busca da sua Fé, e de operacionais da GNR em apoio, acompanhamento e aconselhamento a esses peregrinos.
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A distração é a principal causa de acidentes rodoviários, mais que a condução sob a influência do álcool ou de outros produtos, mais que as condições, ou melhor a falta de condições da via, ou as más condições atmosféricas, sabendo este fato interessa conhecer quais os fatores que contribuem para as distrações.
Em um novo estudo, cerca de 90% dos pais admitiram estarem distraídos por algum aparelho tecnológico, nos últimos 30 dias, durante a condução com seus filhos. As atividades a bordo têm vindo a mudar do tradicional falar com outros ocupantes, os filhos por exemplo, para a realidade atual que passa por falar ao telefone, escrever mensagens de texto, ou manusear o sistema de navegação ou o sistema de entretenimento a bordo.
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É sabido que existem pessoas que não respeitam a segurança alheia, olhando apenas para o seu umbigo, ostentando uma arrogância e prepotência rodoviária, capaz de criar situações de risco elevado para quem circular na suas imediações.
Uma vez que assim é, e porque não é possível, com a devida antecedência, identificá-los, quem prima pela segurança rodoviária vê-se inserido numa batalha rodoviária com um inimigo invisível que apenas se dá a ver quando sai das sombras e pratica a acção.
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Muito se tem falado, ao longo dos anos, sobre velocidade, limites de velocidade e excesso de velocidade. Penalizações, ou sanções, como lhe queiram chamar, associadas ao facto de não se obedecer com o que a legislação inerente ao acto define. Mas na verdade, e apesar de poder haver quem afirme que muito já se fez, na verdade mesmo, ninguém nada quer fazer.
Poderia colocar-se aqui uma questão que, parecendo absurda ou até mesmo provocatória, é de todo pertinente. Qual o impacto para a economia de Portugal, se todos os condutores desses inicio a uma prática imaculada no cumprimento das velocidades impostas, essencialmente dentro ou no atravessamento de localidades?
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Durante as próximas semanas irei publicar um artigo que analisa a fundo a real função dos limites de velocidade, vamos explicar o porquê de existir limites, como são definidos os limites para diferentes vias, quando é que atingimos velocidades que são um facto de risco, como resolver o problema dos excessos de velocidade e o resultado, onde ficamos a saber se esses limites têm o efeito que se pretende ou provocam o completamente o oposto. Ler mais…

Existem, por este Portugal fora, milhares de quilómetros que atravessam estradas municipais, muitas delas rurais. Estradas essas onde o tráfego automóvel, em bastantes desses casos, é maioritáriamente efectuado por veículos agrícolas ou de apoio às funções da agricultura.
O que acontece muitas vezes, a maior parte das vezes, talvez, é que essas estradas não se encontram providas de espaço adequado ao trânsito de peões, grande parte dele composto por pessoas idosas e de dificuldade mobilidade.
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Ao iniciar a fase da nossa vida onde começamos a conduzir cada um de nós julga que terá determinados cuidados e que a nossa atuação será pautada por um comportamento que para cada um é o correto.
Porém, apesar de sermos instruídos nas aulas de condução para as nossas responsabilidades, esquecemos quais são os pilares principais da responsabilidade de um condutor.
A vantagem principal de ser um condutor com responsabilidade e segurança na condução é ser um indivíduo muito menos sujeito a ver-se envolvido em situações de trânsito críticas e em acidentes. Para isso é preciso saber quais as responsabilidades e deveres de um condutor responsável e seguro. Ler mais…

A uma semana do 13 de Maio em Fátima, milhares são os peregrinos que transitam, a pé, pelas estradas portuguesas, muitas vezes em situações de total insegurança, seja por culpa própria, por andarem mal sinalizados ou a par, seja por culpa das vias que escolhem para fazer a caminhada, que não têm sistemas de segurança e condições de mobilidade, seja por culpa dos condutores que os abordam com velocidades inapropriadas.
Ao longo das últimas semanas o fluxo destes peões tem vindo a aumentar, sendo esta a semana onde se espera que atinja valores de ocupação elevados. Ainda que hajam campanhas de acompanhamento por parte das entidades fiscalizadoras, como a Guarda Nacional Republicana, muitos são os grupos organizados que circulam em horários nocturnos, de difícil controlo por parte dessas entidades de acompanhamento.
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