
Após o anúncio em 2012 que seria criado um portal que iria reunir infrações de trânsito dos condutores, as multas de trânsito passaram a ser geridas através de um sistema informatizado, apoiado num portal que reúne informação do histórico dos condutores.
A ideia inicial era diminuir o tempo que decorre entre a infração e o pagamento, pois ao reunir informação sobre infrações graves dos condutores e as infrações de trânsito passarem a ser processadas digitalmente, consequentemente, o processo seria agilizado.
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O conceito de mobilidade sustentável direccionada à utilização de bicicletas é, por agora, uma verdadeira utopia, uma vez que continua a não se ter as condições adequadas para que esse principio se concretize.
Poderão muitos dos leitores alegar que não será verdade que assim seja e que as grandes cidades já se encontram, de certa forma, preparadas e equipadas para que os utilizadores de bicicletas possam deslocar-se em segurança. Exemplos como Lisboa, Porto ou Matosinhos, são um exemplo disso mesmo, no entanto Portugal não é apenas três ou quatro cidades, mas um todo.
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Cada vez menos tenho dúvidas que as atitudes e comportamentos dos condutores e demais utilizadores da via pública são, contrariamente ao que se propagandeia, as principais causas de responsabilidade dos diversos conflitos rodoviários.
Essas débeis atitudes e comportamentos demonstrados na via pública e no meio rodoviário, são muitas vezes fruto da frustração que cada um sente, e a raiva que procura descarregar em outrem, colocando tantas vezes em perigo eminente não apenas o próprio, mas outros também, em conflitos evitáveis.
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Carros mal conservados e com pneus carecas são responsáveis por cerca de 20% dos acidentes nas estradas. No entanto, o número poderia ser reduzido, e muito, se os condutores realizassem a manutenção preventiva no veículo. Ler mais…

Infelizmente, em Portugal, a taxa de sinistralidade continua a ser muito elevada, apesar das campanhas publicitárias que esta está a diminuir, de ano para ano. A verdade é que o acidente rodoviário é uma realidade na vida rodoviária de todos quantos utilizam o meio para se deslocarem, ou seja, nós todos.
Muitas são as ocasiões em que, perante um acidente rodoviário, há quem consiga de imediato avaliar as causas, culpas e consequências do mesmo. Mas a questão que se levanta é simples; Saberemos ou estará a ser avaliada a razão escondida por detrás de um acidente rodoviário?
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Ao ouvirmos falar sobre testes de aptidão por vezes ficamos sem saber a que se referem, na União Europeia (EU), os condutores têm de satisfazer normas mínimas de aptidão física e mental para poderem tirar a carta de condução. No entanto, cada país da UE pode introduzir requisitos mais restritos à lei geral aplicada nos outros países membros.
A legislação da UE foi revista para permitir que pessoas com doenças suscetíveis de afetar o seu comportamento ao volante, como por exemplo, epilepsia, diabetes e ainda algumas outras doenças, possam continuar a conduzir, desde que os seus problemas de saúde estejam sob controlo.
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Ultrapassar não é uma manobra perigosa. Ultrapassar é uma manobra legislada, regulamentada e que para ser devidamente elaborada, deve seguir
os respectivos procedimentos de segurança. Só dessa forma ela será aceite como regulamentar, segura e capaz de não colocar
terceiros em situação de exposição.
Acontece que, a impaciência de muitos condutores, leva-os a realizar
a manobra de ultrapassar de forma descuidada e que condiciona toda a movimentação rodoviária ao seu redor. Como causa desse comportamento, é a elevada taxa de sinistralidade direccionada à ultrapassagem mal calculada ou não analisada.
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As marcas rodoviárias são de elevada importância para a orientação do tráfego automóvel, seja dentro das localidades, seja fora. São elas que orientam os condutores na sua trajectória, fazendo com que possam circular pelo espaço a si destinado.
Acontece
que, em Portugal, essa ideia não acompanha quem de responsabilidade deve promover
que as vias estejam devidamente sinalizadas. A saber
, na ausência de sinalização, nomeadamente marcas rodoviárias, faz com que os condutores não percebam, em muitos casos, a quantidade de vias e toda a sua alternância de trajectórias.
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Em quatro meses, Estado arrecadou metade do previsto para todo o ano.
O Estado arrecadou 36,3 milhões de euros em multas por infracção ao Código da Estrada nos primeiros quatro meses do ano, quase o dobro do conseguido no mesmo período do ano passado. Ler mais…

“Não, obrigado! Não queremos cá gente a candidatar-se a condutor no nosso centro de exames.” Esta é a frase implícita nas atitudes do IMT, quando condiciona o normal desenrolar do processo de propositura de um candidato a condutor.
Hoje em dia existem centros de exames públicos e centros de exame privados. Os públicos são geridos pelo IMT – Instituto de Mobilidade Terrestre e os privados por entidades privadas, nomeadamente ANIECA, entre outros.
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