Artigos na etiqueta História da Segurança Rodoviária

Estes são os carros mais seguros

A Euro NCAP é uma entidade que realiza testes de colisão em novos veículos. Os resultados são analisados e são elaboradas classificações de segurança. Estas classificações fornecem aos potenciais compradores de automóveis uma avaliação realista e independente do desempenho de segurança de cada modelo.

Fundada em 1997 a Euro NCAP é apoiada por várias organizações governamentais, automobilísticas, de consumidores e de seguros. Esta entidade tornou-se rapidamente um catalisador na área da segurança, encorajando e incentivando cada vez mais melhorias significativas neste campo. Desde incorporações de recomendações no design de carros novos passando pela análise de novas tecnologias. Saiba aqui quais são os carros mais seguros? Ler mais…

O que é o ESP? Será que todos sabemos que reações traz ao carro?

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Se o seu carro é um antigo, na lista de opções estava um elemento chamado ESP. Provavelmente optou por ele sem saber exatamente o que era. Ou então, não o colocou precisamente pelo mesmo motivo, por desconhecimento.

Neste artigo irá saber do que se trata e como o seu funcionamento altera o comportamento do carro. Que atitude deverá tomar de forma a conciliar as reações do sistema ESP. Saiba mais aqui. Ler mais…

Como evoluiu a segurança dos automóveis em 40 anos (2)

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Depois da nossa pequena viagem no tempo, saltamos para o ano de 2005, quando surgiu a atualização do Citroen C5 , um automóvel generalista, disponível a partir de € 18.000. É um bom exemplo da “democratização” dos sistemas de segurança, pois não é o mesmo falar sobre as medidas que têm a classe S da Mercedes-Benz ou o progresso do Lexus LS , ambos bem acima do poder de compra da maioria dos cidadãos.

Em primeiro lugar, o C5 foi projectado com a consciencialização de segurança que não existia nos anos 60. Esta filosofia traduz-se nos elementos de segurança activa e passiva. Lembre-se a diferença: Os activos melhoram a segurança quando em marcha e os passivos quando ocorre um acidente. Hoje em dia, já não valorizamos todos os avanços que os carros modernos têm para nos proteger, apenas nos acostumamos a eles. Um automóvel que obtém menos de 3-4 estrelas na EuroNCAP parece-nos uma caixa de mortos, nada sabemos o que os astros nos reservam. O Citroën tem cinco estrelas.

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Como evoluiu a segurança dos automóveis em 40 anos (1)

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Corriam os anos 60 e Espanha estava a recuperar, do seu modo, das consequências causadas pela Guerra Civil. Nos Estados Unidos, a indústria automóvel estava completamente consolidada e era muito forte. A empresa Barreiros distribuiu naquele país modelos emblemáticos de carros, como o Dodge Dart (conhecido como o Dodge Barreiros) e os SIMCA, que continuam presentes nas memórias dos nossos avós. Naquela época, no ano 1965, um tal de Ralph Nader publicou um livro intitulado “Inseguro a qualquer velocidade”.

Nessa publicação, o senhor Nader gritou contra a indústria automóvel uma vez que a sinistralidade apresentava-se muito alta e os fabricantes não levavam a sério este grave problema. Aproveito, então, para referir como um Dodge Dart é, há algum tempo atrás foi-me dada a possibilidade de entrar a bordo de um no Salão de Automóveis de Madrid e comparar com o que se espera de um carro seguro. Logo fiz a comparação com um carro equivalente da atualidade.

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O que aconteceria se hoje tivéssemos de começar a circular pela esquerda?

Circular pela esquerda

Pensando sobre o dia em que se mudou o sentido de circulação na Suécia, fiquei com vontade de investigar sobre este assunto, o da circulação pela esquerda e pela direita. Até agora, sabia apenas o que se comenta: que os ingleses é que circulam bem, que os restantes utilizamos a direita por causa do Napoleão e que o Reino e Sua Majestade Graciosa não pensam em mudar de lado.

Vale então a pena aprofundar um pouco mais… o que acontece quando de repente se muda essa norma básica de circulação? Podia dar-se o caso de um país onde se circula pela direita decidir que é mais prático passar a circular pela esquerda? Como é que isso se decide? E como é que se coloca em prática? É mais perigoso manter a norma ou mudá-la? Não sei… são coisas que me ocorrem. Vamos ver se puxando o fio à meada se vão encontrando algumas respostas.

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