Operação “Hermes – Viajar em Segurança” 2014 – 2ª Fase

Hermes 2014

Está na estrada a 2ª fase da operação “Hermes – Viajar em Segurança 2014″ promovida pela Guarda Nacional Republicana, entre os dias 1 e 3 de Agosto.  É uma operação que se tem desenvolvido ao longo dos últimos anos, com o intuito de diminuir a sinistralidade rodoviária.

Uma vez que Agosto é, por tradição, o mês em que os portugueses optam por terem férias e, em muitos casos, se deslocarem para zonas do país diferentes das habituais de residência, o fluxo de tráfego aumenta consideravelmente, em deslocações para o litoral e Algarve.

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Seguro automóvel poderá vir a pagar por acidentes provocados por ciclistas

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Quem o quer é a federação portuguesa de Cicloturismo. Defende que, em caso de acidente entre um veículo a motor e uma bicicleta, deve ser sempre ativado o seguro do veículo a motor. As várias associações de ciclistas defendem que os estragos causados por um acidente entre um veículo a motor e uma bicicleta devem ser pagos pela seguradora do motorizado, mesmo que a culpa seja do ciclista e mesmo que o seguro seja agravado.

A Federação Portuguesa de cicloturismo considera que deve ser seguida um regra europeia que se chama de “responsabilidade objetiva”, que é aplicada em outros países da União Europeia, diz a federação.

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Meio ano de sinistralidade rodoviária em Portugal

Sinistralidade rodoviária

Chegam amanhã ao fim os primeiros seis meses do ano de 2014 e com eles a estatísticas da sinistralidade rodoviária, ainda que com números provisórios, uma vez que devem ser actualizados a trinta dias.

Mesmo não sendo, infelizmente, a contabilidade final do primeiro semestre, são assustadores os valores registados, pelas forças policiais e de vigilância, PSP e GNR, sobre a sinistralidade rodoviária. São assustadores e preocupantes, uma vez que continuam a ser elevados e com muitas consequências paralelas.

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O equilíbrio entre condutores séniores e carros novos

idosos e carros novos

De acordo com a Federal Highway Administration, dos Estados Unidos da América, há bem mais de 2 milhões de condutores habilitados com mais de 85 anos de idade e espera-se que esse número cresça significativamente nos próximos anos. Felizmente vivemos mais e mais ativos do que nunca. Esta é a geração, agora condutores séniores, em que quase todos tiraram carta de condução durante a adolescência e conduziu desde então.

Um condutor de hoje com 85 anos, provavelmente, começou a conduzir com 15 ou 16 anos, que data o início de sua “carreira de condutor” para 1943-1944, no auge da Segunda Guerra Mundial. Em termos automobilísticos, foi aproximadamente um quarto de século antes dos cintos de segurança serem adaptados nos carros.
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Regresso de férias em horas de ponta

Regresso de férias

Com a chegada do verão, normalmente, as famílias portuguesas procuram uns dias de férias e repouso, capazes de retemperar forças que proporcionem um ano restante de trabalho. São dias de sol, praia ou campo, aventuras sem fim.

No entanto, como tudo o que é bom termina rápido, a cada quinze dias, existe um regresso a casa e uma nova vaga de veraneantes a deslocarem-se para os seus pontos de férias. Esse fluxo de retorno ou de partida surge, grande parte das vezes, ao final do dia, em busca de temperaturas mais amenas.

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Comportamentos dos peões em férias

Comportamentos dos peões em férias

O verão, por hábito, em Portugal, é uma época que grande parte dos portugueses aproveita para gozar um período de férias capaz de fazer rejuvenescer  a energia gasta ao longo de um ano laboral. Esse facto faz com que os veraneantes se sintam mais libertos, logo mais vulneráveis.

Saem de uma rotina robótica e entram num estado de relaxamento capaz de libertar a concentração necessária a pequenos estímulos, o que faz com que a invasão de espaços a eles não destinados, enquanto peões, aconteça.

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Construção e manutenção de faixas de rodagem

Manutenção das vias

Existem estradas e estradas. Aquelas que têm uma intensidade de trânsito em maior número e outras onde o tráfego automóvel é mais diminuto. Existem as, onde o volume de trânsito, sendo elevado, apenas estão sujeitas a viaturas ligeiras, enquanto outras são suporte de tráfego de automóveis, também,  pesados.

Quando se projecta uma via deverá ter-se em atenção todos esses factores, de modo a se escolherem os melhores materiais, por forma a que a faixa de rodagem tenha uma durabilidade maior, sem estar sujeita a um desgaste rápido e anormal, deformando-a.

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Será que o cinto de segurança afeta o meu bebé?

grávida

A gravidez é para a maioria das mulheres o concretizar de um sonho de uma vida, uma alegria imensa, logo após os meses iniciais, quando a barriga começa a crescer, vem a dúvida “Será que o cinto de segurança afeta o meu bebé?” e também “Até que mês de gestação devo conduzir?”.

Algumas mulheres questionam-se se a compressão do cinto de segurança pode causar prejuízos para o bebê, mas na verdade deveriam se perguntar o que aconteceria, a elas e ao bebé, se não o usassem e a viatura onde circulam se envolvesse num acidente. Ler mais…

Revolução educativa na prevenção e segurança rodoviárias (6)

Revolução educativa (6)

Já aqui abordei em cinco anteriores artigos algumas opiniões pessoais sobre algumas alterações que se poderiam efectuar com finalidade de melhorar a prevenção e segurança rodoviária. Alterações essas que, como o título indica, iriam ser influênciadas pela alteração educativa dos seus intervenientes.

Se pensarmos que é enquanto crianças e jovens que os carácteres e as mentalidades positivas ou negativas, a forma de abordar a visão de problemas e o modo como se resolvem, igualmente, é importante ensinar essas crianças e jovens da importância de actuar atempadamente quando surge esse problema. Actuar para resolver e não para remediar, adiantando para depois a sua resolução.

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Revolução educativa na prevenção e segurança rodoviárias (5)

Revolução educativa na prevenção e segurança rodoviárias

A legislação portuguesa prevê, entre outras sanções, a cassação do titulo de conduzir a quem, por acto rodoviário condicione a condição física ou vida de terceiros. Entre essas prevaricadores encontram-se, por exemplo, os Street Racer, sejam eles condutores de automóveis ou motociclos.

A ser verdade o provérbio, entende-se o desejo dos praticantes das corridas de rua em praticarem o proibido. No entanto, a prática dessa proibição, pode condicionar a liberdade que todos os outros utilizadores da via pública têm direito. Deste modo, devemos reflectir sobre o que fazer na formação educativa dos actuais e futuros condutores,

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