Auto-estradas – manutenção, sinalização e fiscalização

Auto-estrada - Manutenção, sinalização e fiscalização

Foi no Governo de António Guterres que Portugal efectuou um grande investimento nas infraestructuras rodoviárias portuguesas. Portugal esteve durante anos refém de vias rodoviária inqualificáveis, inacabadas e que em nada favoreciam a segurança rodoviária.

Com esse investimento, surgiram as auto-estradas em maior número, terminou-se a ligação da A1 entre Lisboa e Porto, assim como foram construídos Itinerários Principais, vias muito idênticas a auto-estradas e que tinham a função de ligar o litoral marítimo ao litoral interior.

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Os pneus e a aquaplanagem

Aquaplanagem -CS

Dois veículos da mesma marca e modelo testam uma situação de aquaplanagem em que apenas o estado do piso dos pneus os distingue.

Com o tempo fantástico que temos tido ultimamente quase que podíamos utilizar pneus lisos, como os de competição, mas não exageremos. De qualquer das maneiras o Inverno esta aí, pode chegar só em dezembro, mas vai chegar e quando as chuvas forem intensas e constantes o comportamento do veículo muda por completo nesse sentido convém ter pneus em ótimo estado. Mas compre os pneus já, porque quando compramos pneus novos em plena altura de chuvas fortes, o pneu não adere com a mesma eficácia, isto porque tem de romper uma micro camada na borracha que impede que o pneu se estrague enquanto está em armazém.

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IC2 – uma estrada que cheira a morte

IC2 - Uma estrada que cheira a morte

Muitas são as estradas em Portugal, mais do que as desejáveis ou mesmo espectáveis, que apresentam troços de de risco elevado para os seus utilizadores, mas que, pomposamente, alguém resolveu utilizar a estática humana para os classificar, chamando-lhes de “pontos negros“.

Esses pontos negros são locais que, pela sua história marcam, indicam serem extremamente perigosos, uma vez que a sinistralidade rodoviária em que estão envolvidos e suas nefastas consequências, demonstram isso mesmo… são perigosos.

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Farto de ouvir falar de condução defensiva?

AngryDriver

Conduzir um veículo é relativamente fácil, o que realmente é difícil é conduzir com sabedoria, ou como se lê em tudo o que é literatura sobre condução, de forma defensiva. Devido ao insistir nesta frase ela encontra-se algo desgastada, pelo que muita gente acredita ser algo desnecessário de insistir, pois já todos sabem que o devem fazer e que tendo essa atitude ao volante reduz as probabilidades de se envolverem em acidentes.

Se acha que ler pode ser uma forma de relembrar algo que sabe mas pode estar esquecido, faça-o, não parta do princípio que um tema muito falado deixa de fazer sentido ou ter lugar na comunicação, se assim fosse as empresas não faziam anúncios publicitários, afinal você já havia falado delas pelo menos uma vez.
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Fumarentos e fumaraças – quem os fiscaliza?

Fumarengos e fumaraças - quem fiscaliza?

De há uns anos para cá, Portugal tem sido invadido por uma “praga” conhecida pelo nome de “fumarentos”. São uns espécimes que se dedicam a alterar a mecânica dos automóveis a gasóleo de modo a que estes emitam enormes quantidades de fumo negro.

Esta é uma modalidade em tudo estranha, uma vez que para além de incomodar os demais utilizadores da via pública, polui o meio ambiente, com a emissão de CO2 em demasia para a atmosfera, excedendo em muito os níveis admitidos por lei, assim como periga o trânsito, uma vez que cria um período de má visibilidade aos outros condutores.

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Escolas de condução, falência anunciada (2)

Escolas de condução, falência anunciada

O actual regime jurídico de escolas de condução prevê que a formação de um candidato à obtenção de carta de condução da categoria “B” frequente, com aproveitamento, o que é sempre muito relativo, 28 lições teóricas e 32 lições práticas, estas últimas de 50 minutos cada.

Sabendo-se da dificuldade em respeitar, a rigor, esse tempo de 50 minutos, não será considerada lição prestada se apenas forem ministrados 49 minutos. Acontece que essa contabilidade é de todo impossível, a não ser que cada viatura tenha um sistema de registo dos tempos de condução.

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Escolas de condução, falência anunciada (1)

Escolas de condução - falência anunciada

Longe vão os tempos em que as escolas de condução tinham um papel social de elevado crédito na formação de novos condutores e de respeito por novas aprendizagens. Hoje a realidade é bem diferente e as escolas de condução são olhadas, apenas, como mais um degrau de passagem imposta, legislada por um regime jurídico próprio.

Se nos anos 70, 80 e até mesmo 90, do século passado, as escolas de condução, com um maior ou menor nível de corrupção nos resultados dos exames exerciam uma função preponderante, a verdade é que nos tempos que correm, essa preponderância, transformou-se em obrigatória banalidade institucional. Veja-se o caso do papel do tutor.

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Como agir numa inundação relâmpago

inundações relampago

A inundação relâmpago é uma inundação rápida de áreas geomorfológicas baixas, como zonas adjacentes de rios, lagos secos e bacias, estas bacias podem ser simplesmente áreas de depressão no relevo de uma encosta. Esta ocorrência pode ser causada pela chuva forte associada a uma tempestade, geralmente o que acontece em Portugal, ou ainda pela descongelação rápida do gelo ou neve fluindo sobre as camadas de gelo ou campos de neve.

As inundações relâmpago podem também ocorrer após o colapso de uma barragem de gelo natural ou de detritos num rio, ou então pelo colapso de uma estrutura humana, como uma barragem. As enchentes relâmpago diferenciam-se de uma inundação normal por ocorrerem num período curto de tempo, a definição geralmente usada é de menos de seis horas. Saiba como agir numa inundação relâmpago.
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O tutor na formação de novos condutores

O tutor na formação de novos condutores

O novo Regime Jurídico de Escolas de Condução, aprovado pela Lei 14/2014 de 18 Março, vem trazer à luz do dia um novo elemento formativo – o tutor. Estando de acordo com o que está contemplado no artigo 7º da referida Lei, passa a ser mais um elemento no curriculum de aprendizagem do futuro condutor.

Até então não era aceitável, pedagógicamente, que pessoas sem formação adequada e profissional exercessem o papel de formador de futuros condutores, sendo, inclusive, sancionados com coima sempre que eram detectados a fazê-lo.

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