Acidentes rodoviários afectam todos

Acidentes rodoviários

Os acidentes rodoviários não escolhem alvos. É transversal e, quando menos se espera, encontra-nos ao virar da esquina, a meio de uma curva, numa recta onde é, de todo, improvável que algo fora do comum possa suceder.

Quando saímos para a estrada, pensamos sempre que nada nos pode acontecer, mesmo quando pertencemos a forças de fiscalização rodoviária. É normal, afinal qualquer um de nós, civis ou militares, temos uma prepotência escondida sobre a nossa capacidade de conduzir e controlar os eventuais erros de condução alheios, nunca nossos.

Acidentes rodoviários, uma maleita a combater

A taxa de sinistralidade em Portugal continua a ser elevada. Muito por culpa dos condutores que insistem em não adoptar comportamentos defensivos, substituindo-os por comportamentos de risco. Deste modo, os acidentes rodoviários são mais prováveis de acontecerem.

A questão que se coloca neste momento, é a necessidade de se envolver todas as entidades, para que se possa diminuir, uma vez que acabar será uma utopia, com os acidentes rodoviários. Educar é o primeiro passo a dar, mas ao qual as nossas instituições insistem em criar barreiras ao seu avanço.

Desta feita foram os agentes de fiscalização de trânsito que foram alvo de uma débil qualidade do meio rodoviário, nomeadamente, ao que parece, da má qualidade da faixa de rodagem, ou sua manutenção. Consta, nas notícias, que existia óleo na via, o que fez com que o condutor perdesse o controlo da viatura.

É e será sempre de lamentar, qualquer acidente rodoviário, mas gostaria de saber como seria avaliado este acidente se, em vez de uma viatura da Guarda Nacional Republicana, fosse com uma viatura civil de um qualquer condutor? Certamente como, excesso de velocidade para o local ou condições da via.

Foto¦ CM