Artigos na etiqueta Bicicletas e segurança rodoviária

Os perigos escondidos na circulação em urbanizações

Os perigos da circulação em urbanização

Ao longo dos anos as caraterísticas das cidades foram sofrendo alterações na sua construção, passando-se de simples ruas entrelaçadas, para o surgimento de urbanizações organizadas.

Estas urbanizações são espaços “extra” via pública, com entradas e saídas quase estratégicas, protegendo o espaço de circulação e os seus habitantes, das vias comuns de tráfego automóvel. Ler mais…

Bicicletas e automóveis – facilitar a coabitação

Bicicletas e automóveis - será possível a coabitação?

Bicicletas e automóveis, como é a sua coabitação na estrada? A resposta vamos dár-lha neste post. Tratam-se de veículos que têm cada vez mais de saber coabitar, uma vez que a utilização de veículos de duas rodas movidos a pedais se tornou uma moda e uma forma de estar na vida.

As bicicletas são veículos mais vulneráveis. Pode dizer-se que as pernas dos condutores (ciclistas) são os pára-choques em caso de conflito entre partes. Se algo correr mal no meio rodoviário, serão sempre os condutores das bicicletas que irão sofrer com as consequências físicas. E esta realidade deve estar sempre presente.
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O papel das autarquias na segurança rodoviária infantil

O papel das autarquias na segurança rodoviária infantil

A segurança rodoviária infantil tem de ser uma responsabilidade partilhada entre educadores, os principais são os pais, com o exemplo que disponibilizam aos seus educandos, mas também professores, com o desenvolvimento de ações de educação rodoviária e das autarquias, sejam elas Câmaras Municipais ou Juntas de freguesia, pela intervenção ou disponibilidade de meios formativos.

Seja qual for o setor a que apontemos o dedo como principal responsável, o conjunto será sempre maior que a soma das partes, uma vez que se uma das partes falhar, deverão as outras serem capaz de colmatar a respetiva falha.

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Um estimulo à utilização da bicicleta nos meios urbanos

Um estímulo à utilização da bicicleta em meio urbano

A bicicleta é um meio de transporte capaz de promover a mobilidade entre dois pontos e ao mesmo tempo o desenvolvimento de actividade física ao seu utilizador. Para além disso, quantas mais forem os utilizadores da bicicleta que circulem nas ruas das aldeias, vilas e cidades, menores serão os automóveis.

Se assim é, então estaremos na presença de uma nova oportunidade para o meio ambiente, uma vez que a diminuição de CO2 diminuirá abruptamente. Deste modo, não apenas a bicicleta conseguirá ser um artefacto demais importante para a saúde de quem a utiliza, como a melhoria do meio ambiente a isso vai ajudar, com um aumento na qualidade de vida de cada um.

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Circulação condicionada a determinado tipo de peões em determinadas ruas da cidade de Coimbra, colocam-nos em perigo

Determinadas ruas de Coimbra condicionam a segurança dos peões, devido ao mau estado do pavimento

A circulação de determinado tipo de peões está condicionada na baixa conimbricense, nomeadamente junto à estação de caminhos de ferro. Neste caso especifico, a circulação ou o local onde ela se deve fazer, naquela zona, a que me refiro, é a via beira rio, bastante utilizada não apenas por condutores, mas essencialmente por peões.

Para quem conhece o local, percebe perfeitamente que muito é o trânsito que por ali se realiza às mais diversas horas do dia, desde a aurora até noite adentro. E sabe perfeitamente que, por dificuldade de estacionamento na baixa, aquela via de circulação é bastante utilizada, também, para estacionar, ainda que de forma errada.

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Maior parte das localidades portuguesas não estão preparadas para a circulação segura de bicicletas

Maior parte das cidades portuguesas não estão preparadas para receber bicicletas em segurança

Quando cada vez mais se procura que as cidades tenham o menor número de veículos motorizados possível, virando-se a movimentação das pessoas, entre lugares, através dos veículos de transporte público e recurso a bicicleta, percebe-se que as localidades portuguesas não se encontram preparadas para tal.

Sem olharmos meia-duzia de casos de sucesso, onde a estructura da cidade permite a edificacação das ditas ciclovias, facilmente encontramos diversas localidades onde o trânsito de bicicletas está sujeito ao uso da faixa-de-rodagem e de todas vicissitudes que daí advêm.

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Passeio num passeio com segurança para os peões que o utilizam

Passeio num passeio com segurança

Passeio é o que muitos peões procuram para se deslocarem, pela manhã, quando o sol desperta num dia de inverno. Procuram um passeio que lhe proporcione um passeio tranquilo, seguro e capaz de garantir uma segurança na deslocação.

Acontece, em muitas cidades, em muitos locais, em muitas situações, que esse passeio não é assim tão seguro, uma vez que o passeio que deve proporcionar tal situação não se encontra nas melhores condições, facilitando, isso sim, que se torça um pé ou simplesmente se coloque, esse mesmo pé, num amontoado de terra ou lama.

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O uso da bicicleta em estado de embriaguez

O uso da bicicleta em estado de embriaguez

Cada vez mais as ruas e estradas portuguesas são invadidas por utilizadores de bicicleta que recorrem a este meio de transporte para se deslocarem. No entanto, nos meios rurais ou semi-rurais, a circulação da bicicleta é uma imagem antiga.

Acontece que, nesses meios rurais, para além desse hábito de se circular de bicicleta, os mais velhos, não todos, obviamente, têm igualmente a rotina de se juntarem com os amigos em cafés ou tabernas, para momentos lúdicos e que, tantas vezes, são acompanhados por copos de vinho tinto.

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No trânsito rodoviário a bicicleta é o elo mais fraco e os seus condutores as vitimas

No trânsito rodoviário a bicicleta é o elo mais fraco e o seu condutor a vitima

A bicicleta ocupa, no relatório anual da Autoridade Nacional para a Segurança Rodoviária, 4% do valor de sinistralidade registado nas estradas portuguesas no ano de 2014. São quatro pontos percentuais que representam, para além do próprio acidente, muita dor e angustia.

Este 4% que surgem no relatório da ANSR, equivalem a um valor de 1914 acidentes envolvendo este tipo de viaturas, que quando comparado com o ano 2013, demonstram no gráfico estatístico um aumento de 9%.

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Enquanto não mudarem as mentalidades governativas, a insegurança rodoviária permanecerá

Enquanto não mudarem as mentes governativas

O conceito de mobilidade sustentável direccionada à utilização de bicicletas é, por agora, uma verdadeira utopia, uma vez que continua a não se ter as condições adequadas para que esse principio se concretize.

Poderão muitos dos leitores alegar que não será verdade que assim seja e que as grandes cidades já se encontram, de certa forma, preparadas e equipadas para que os utilizadores de bicicletas possam deslocar-se em segurança. Exemplos como Lisboa, Porto ou Matosinhos, são um exemplo disso mesmo, no entanto Portugal não é apenas três ou quatro cidades, mas um todo.

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