Artigos na etiqueta Cinto de segurança

O que tem a criminologia a ver com a segurança rodoviária?

 crime ao volante

Há determinadas condutas relacionadas com a condução e com os acidentes de viação que, infelizmente, são complicadas de erradicar da sociedade. Ocorrem de forma simultânea em diferentes pontos do globo. Falamos de excesso de velocidade, consumo de álcool e outras drogas ou a não utilização de sistemas de retenção. Estas imprudências são causa de grande parte das mortes na estrada.

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Pode chegar uma fase da gravidez que o médico lhe diz que não pode guiar…

gravida-ao-volante

A Mapfre, enquanto seguradora de consciência e responsabilidade social, tem refletido, ao longo dos anos, sobre a temática da gravidez e a condução. Com base na opinião de especialistas médicos, esta companhia de seguros, em particular, através da sua Fundação, tem procurado nos países onde está inserida, como é o caso também de Portugal, esclarecer as futuras mães, já que muitas vezes, no espírito destas paira as dúvidas: posso conduzir? O cinto não magoa o feto numa travagem repentina ou colisão em que o cinto fique em tensão?

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Gravidez e cinto de segurança. Há compatibilidade?

 

Gravidez e cinto de segurança - há compatibilidade

Existe, no meio rodoviário e no seu envolvimento social, preocupações e mitos sobre a questão da compatibilidade ou incompatibilidade entre gravidez e cinto de segurança.

Tal facto deve-se à razão de, apesar do estado de gravidez não ser uma doença, a futura mãe está mais fragilizada na zona do abdómen, quando falamos ou nos referimos à intensidade da tensão do cinto de segurança.

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Tudo o que deve saber quando for comprar uma cadeira de retenção para crianças

Antes de comprar uma cadeirinha, siba que...

Nos anos 70 e 80 do século passado, o transporte de crianças era feito de uma forma aleatória no banco traseiro. Apesar de serem muitos os que defendem que nessa ocasião não haviam tantas vitimas de sinistralidade, pela não utilização de cintos de segurança ou cadeiras de retenção, essa realidade não é verdadeira; faltavam, na época, avaliações sobre sinistralidade rodoviária e causas de mortalidade.

Com o avançar dos anos a preocupação aumentou e passaram a realizar-se, por parte das autoridades, estudos e análises sobre as causas da sinistralidade e da mortalidade dos ocupantes dos automóveis, nomeadamente, das crianças e jovens.

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