Artigos na etiqueta Comportamentos do condutor

A educação ou falta dela nos parques de estacionamento

A educação ou falta dela nos parques de estacionamento

A educação rodoviária de cada um de nós depende unicamente de cada um de nós. Trata-se de uma forma de estar na vida, assim como no trânsito, respeitar os direitos dos outros. E se respeitarmos os direitos dos outros, respeitamo-nos a nós próprios. Caso contrário, não teremos qualquer razão para nos sentirmos ofendidos quando não nos respeitam.

Se num parque de estacionamento existem espaços destinados ao estacionamento de condutores específicos ou veículos com determinadas características, o facto de não nos enquadrarmos no que está prescrito, impede-nos, só por si, de ocupar abusivamente o espaço. Mas quando o condutor não se respeita e não respeita o seu par, então para além de utilizar um espaço, utiliza dois.

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Faltam seminários de prevenção e segurança rodoviárias

Faltam seminários de prevenção e segurança rodoviárias

É sabido que Portugal é um país de brandos costumes e que tudo o que seja para mudar, encontra sempre enormes barreiras difíceis de transpor. Ou é por que a ideia é absurda, ou por que quem a propôs não é mais sabedor do que os outros ou simplesmente por que não.

Acontece que existem mudanças que devem ser pensadas e adotadas, para bem de todos. E a principal mudança, ainda que eu tenha uma noção que é bastante utópico da minha parte, é a da atitude. Enquanto não alterarmos as nossas atitudes reprováveis, não conseguimos alterar o nossos comportamento de risco, ainda que o tentamos disfarçar, em muitas situações.

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2015 está a mostrar-se um ano demolidor e mortal

2015 está a mostrar-se demolidor e mortal

2015 está a ser um ano demolidor para as intensões das instituições portuguesas que “lutam” por uma melhoria nas estatísticas indicadoras da sinistralidade rodoviária em Portugal. Avaliando-se os números disponibilizados pela ANSR, verificamos que estamos em situação negativa.

Quando olhamos os dados disponibilizados, até então, para este ano de 2015, constactamos que as alterações ao Código da Estrada, mais recentes, não trouxeram benefícios imediatos à segurança rodoviária, muito pelo contrário.

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Distração ou incompetência rodoviária social?

Distração ou incompetência rodoviária social?

A questão que se deve colocar é mesmo esta; Distração ou incompetência rodoviária social? Sim, porque o que se assiste cada vez mais, n~~ao pode, se modo algum tratar-se de uma distração, mas sim de uma falta de respeito brutal pelos seus pares, ou seja, uma total incompetência social associada ao meio rodoviário.

Sabemos que cada vez mais a arrogância de muita gente é uma barreira à boa prestação de um comportamento que se adeque com a harmonia rodoviária e social. Seja na prática de uma condução segura, com manobras ajustadas, tempos pensados, riscos ponderados, seja mesmo quando estão estacionados.

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As atitudes que provocam conflitos rodoviários

As atitudes que provocam conflitos rodoviários

Cada vez menos tenho dúvidas que as atitudes e comportamentos dos condutores e demais utilizadores da via pública são, contrariamente ao que se propagandeia, as principais causas de responsabilidade dos diversos conflitos rodoviários.

Essas débeis atitudes e comportamentos demonstrados na via pública e no meio rodoviário, são muitas vezes fruto da frustração que cada um sente, e a raiva que procura descarregar em outrem, colocando tantas vezes em perigo eminente não apenas o próprio, mas outros também, em conflitos evitáveis.

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Os comportamentos assertivos são sempre uma prevenção

Os comportamentos assertivos são sempre uma prevenção

Quando se aborda o tema prevenção e segurança rodoviária, deverá ter-se sempre em consideração o facto de serem vários os factores que integram o sistema de segurança rodoviário. O Homem, a via, o veículo e as condições atmosféricas e ambientais.

São quatro os elementos, mas um deles, o Homem, divide-se em muitos mais, uma vez que dele são parte integrante os condutores, os peões e os passageiros de veículos. Se se pretende ter segurança nas estradas portuguesas, tem de se ter comportamentos assertivos para com os outros e deste modo esperar que os outros os tenham connosco.

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Tempo de repouso e o descanso do guerreiro

Tempo de repouso e o descanso do guerreiro

Muitos são os condutores de automóveis pesados que não concordam com o facto de terem de efectuar tempo de repouso, assim como estarem limitados a um determinado número de horas de condução diária ou semanal.

Outros tantos são aqueles que não concordam com o facto de alguns países da Europa não permitirem, ainda que a norma europeia coloque a questão de uma forma muito clara, que os motoristas façam o tempo de repouso semanal dentro da viatura de trabalho.

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Fumarentos e fumaraças – quem os fiscaliza?

Fumarengos e fumaraças - quem fiscaliza?

De há uns anos para cá, Portugal tem sido invadido por uma “praga” conhecida pelo nome de “fumarentos”. São uns espécimes que se dedicam a alterar a mecânica dos automóveis a gasóleo de modo a que estes emitam enormes quantidades de fumo negro.

Esta é uma modalidade em tudo estranha, uma vez que para além de incomodar os demais utilizadores da via pública, polui o meio ambiente, com a emissão de CO2 em demasia para a atmosfera, excedendo em muito os níveis admitidos por lei, assim como periga o trânsito, uma vez que cria um período de má visibilidade aos outros condutores.

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Há um vírus a assolar as estradas nacionais: os toscos da faixa do meio

Faixa do meio - CS

Há um vírus que assola todas as estradas nacionais, falamos de autoestradas. Não escolhe géneros, idades ou carteiras. Podemos chamar-lhes os toscos da faixa do meio.

Sinceramente não percebo há condutores que conseguem andar quilómetros na faixa errada, o código da estrada prevê que se ande o mais à direita possível, ora sempre que há três faixas grande parte dos condutores andam na faixa do meio, talvez seja por medo da faixa da direita, podem fazer a ligação com a direita política, não sei.

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Revolução educativa na prevenção e segurança rodoviárias (3)

Revolução educativa na prevenção e segurança rodoviárias

Ao longo dos tempos, a aquisição de um titulo que habilitasse a conduzir determinados veículos, foi sendo alvo de evolução. Essa evolução teve uma intervenção a vários níveis e sempre com o intuito de melhorar as condições rodoviárias em Portugal.

Essa evolução educativa jamais foi uma revolução educativa, uma vez que em muitos casos, quando se pretendeu revolucionar, muitos foram os grupos socioeconómicos que levantaram as maiores dificuldades, o que levaram a que a classe politica desse um passo atrás na suas decisões.

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