Artigos na etiqueta Condutores séniores

Uma formação sénior para melhorar a dinâmica rodoviária

Formação sénior para melhor qualidade rodoviária

Com o passar da idade, de forma natural, cada um de nós vai perdendo as suas capacidades motoras. Isso deve-se ao facto do nosso organismo ir ficando cada vez mais debilitado, assim como a nossa mente. Os reflexos baixam, ou seja a capacidade de reação diminuí.

Esta é uma realidade que todos conhecemos mas à qual resistimos, simplesmente por medo de nos chamarem “velhos” ou “acabado”. Insistimos em defender que a experiência de uma vida e os tantos anos que levamos como condutores nos trazem um saber supremo, capaz de nos tornar imunes a qualquer situação de trânsito mais complicada.

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Carta de condução por pontos e acções de pré-aquisição de créditos

Carta por pontos

Surgiu recentemente na comunicação social portuguesa que há escolas de condução a vender créditos para o futuro sistema da carta de condução por pontos, através de acções de formação que podem durar até sete horas. Se olharmos para esta prática, podemos extra´r duas conclusões; uma mais positiva e outra menos.

O negócio das escolas de condução na venda de cartas de condução encontra-se, devido à crise económica, num estado de estagnação. Muitas são as escolas de condução que estão envoltas em graves condições financeiras, essencialmente porque em tempos de dourados investiram desmesuradamente, sem controlo ou perspectivas de futuro.

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Os comportamentos assertivos são sempre uma prevenção

Os comportamentos assertivos são sempre uma prevenção

Quando se aborda o tema prevenção e segurança rodoviária, deverá ter-se sempre em consideração o facto de serem vários os factores que integram o sistema de segurança rodoviário. O Homem, a via, o veículo e as condições atmosféricas e ambientais.

São quatro os elementos, mas um deles, o Homem, divide-se em muitos mais, uma vez que dele são parte integrante os condutores, os peões e os passageiros de veículos. Se se pretende ter segurança nas estradas portuguesas, tem de se ter comportamentos assertivos para com os outros e deste modo esperar que os outros os tenham connosco.

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Publicidade nas estradas distrai condutores

idosa a conduzir - CS

Quanta vezes já vimos um outdoor interessante e fixamos o olhar para conseguir ler a informação que nele está escrita enquanto estamos a conduzir, embora sejam apenas alguns segundos claro, mas esses segundos por vezes podem ser o suficiente para que se tenha um acidente mais ou menos grave. Se para os condutores jovens isto não representa um problema muito grave, visto que têm, geralmente, uma boa visão e não fixam o olhar na publicidade demasiado tempo e também têm uma rápida perceção daquilo que vêm, já para os condutores idosos este é um problema bem mais grave, uma vez que, na sua grande maioria, tem visão deficiente que impossibilita a leitura rápida de qualquer tipo de publicidade que desperte o interesse o que faz que desviem a atenção da estrada por um período demasiado longo. Ler mais…

Aumentam acidentes com condutores idosos

idosa a conduzir -CS

No seguimento do artigo que publiquei na semana passada venho agora mostrar o porquê de ter lançado a ideia de que os condutores idosos deveriam ser proibidos de conduzir, ou pelo menos deveriam ser obrigados a fazer exames de condução para aferir com certeza se estariam aptos para a condução ou não.

Esta semana soubemos números estatísticos que dizem, no geral, que há 132 idosos por cada 100 jovens, caminhamos cada vez mais para um país de “velhos” se já não o somos, devemos por isso criar legislação mais especifica para essas pessoas, não podemos deixar que se tire a carta aos 18 anos e se passe 50 anos sem que nada seja reavaliado, mas esse tema já foi falado no artigo anterior sobre se deverão os condutores idosos serem proibidos de conduzir.

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Deverão os condutores idosos serem proibidos de conduzir?

idoso a conduzir

O automóvel, hoje, é o principal meio de transporte para praticamente toda a população, embora os condutores idosos não sejam em tão grande número. No entanto dado o evoluir dos tempos começam a ser cada vez mais. Cada vez vemos mais notícias de que um idoso andou em contramão na autoestrada, ou estudos que dizem que os idosos são os que têm mais acidentes, embora que também há estudos que dizem que são os jovens que têm acidentes mais graves, mas estes últimos devem-se a más decisões ao passo que os idosos é porque as suas capacidades motoras e também psicológicas já não são as mesmas.

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O equilíbrio entre condutores séniores e carros novos

idosos e carros novos

De acordo com a Federal Highway Administration, dos Estados Unidos da América, há bem mais de 2 milhões de condutores habilitados com mais de 85 anos de idade e espera-se que esse número cresça significativamente nos próximos anos. Felizmente vivemos mais e mais ativos do que nunca. Esta é a geração, agora condutores séniores, em que quase todos tiraram carta de condução durante a adolescência e conduziu desde então.

Um condutor de hoje com 85 anos, provavelmente, começou a conduzir com 15 ou 16 anos, que data o início de sua “carreira de condutor” para 1943-1944, no auge da Segunda Guerra Mundial. Em termos automobilísticos, foi aproximadamente um quarto de século antes dos cintos de segurança serem adaptados nos carros.
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Auto-estrada, uma entrada ou uma saída?

Auto-estrada

Uma, outra e uma vez mais surge na comunicação social a noticia de mais um acidente frontal na auto-estrada A,B,C ou D. Mais uma quantidade de mortes, feridos graves e muita, muita indignação surpresa, revolta e interrogações em busca de respostas que tardam em chegar ou que muitas das vezes se esfumam no ar.

Um e mais outro condutor que foi detetado e parado a tempo de provocar um acidente, circulando em sentido oposto na auto-estrada E,F,G ou H e que se verifica ser um condutor sénior, onde a justificação é, em norma, o engano no acesso à respetiva via de circulação por razões que se cruzam, muitas vezes com a confusão que o mesmo acesso promove aos condutores.

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O perigo dos quadriciclos

quadriciclo 2

Durante muitos anos, com término na alteração ao Código da Estrada de1998, em Portugal, quem pretendia ter um documento que habilitasse à condução de um ciclomotor, bastaria deslocar-se aos serviços municipais e aí solicitar um exame que nada mais era do que identificar dois ou três sinais de trânsito, duas regras e efetuar uma manobra de oito com o veículo em questão. desde essa data, passou a ser necessário inscrição em escola de condução.

Após aprovar nesse exame, se é que assim lhe podemos chamar, o individuo ficava habilitado a conduzir o respetivo veículo até à eternidade, uma vez que tal documento não tinha data de validade. Acontece que, graças a esse documento emitido pelos serviços camarários veio, mais tarde, servir também como documento oficial para a condução de quadriciclos.

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Os condutores séniores e a dificuldade de deixar de conduzir

Condutores séniores

A mobilidade das pessoas é uma das bases para o funcionamento da nossa sociedade, tanto economicamente quanto em termos de bem-estar. Nós recorremos aos veículos para o trabalho e para nos distrairmos. Essa indispensabilidade de deslocação tornou o acto de conduzir em uma necessidade quase primal. Por outro lado, a prática habitual de condução de veículos leva a que cada reacção ao volante se cosntitua como um reflexo, de modo a que se associa a sua condição como condutor a mais uma vertente de sua personalidade.

O que acontece quando não existe outra escolha a não ser parar de conduzir, pois o corpo já não responde da mesma forma como você se encontra com suas totais capacidades? Talvez esse seja o pior momento para um condutor que sempre encontrou em seu carro um sinal de liberdade, autonomia, independência e até mesmo um símbolo de autoridade. E, certamente, esse momento irá chegar brevemente para muitos de nós. No entanto, é quase óbvio que o conhecimento da situação e até mesmo saber como detectar os primeiros sintomas que indicam uma possível perda de capacidade de condução, é o primeiro passo para encontrar adequadamente a resposta para o problema, seja para nós mesmos ou para as pessoas no nosso meio ambiente.

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