Artigos na etiqueta Legislação acerca da segurança rodoviária

Maior parte das localidades portuguesas não estão preparadas para a circulação segura de bicicletas

Maior parte das cidades portuguesas não estão preparadas para receber bicicletas em segurança

Quando cada vez mais se procura que as cidades tenham o menor número de veículos motorizados possível, virando-se a movimentação das pessoas, entre lugares, através dos veículos de transporte público e recurso a bicicleta, percebe-se que as localidades portuguesas não se encontram preparadas para tal.

Sem olharmos meia-duzia de casos de sucesso, onde a estructura da cidade permite a edificacação das ditas ciclovias, facilmente encontramos diversas localidades onde o trânsito de bicicletas está sujeito ao uso da faixa-de-rodagem e de todas vicissitudes que daí advêm.

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Contagem a zero na sinistralidade rodoviária será possível?

01Zero na contagem da sinistralidade rodoviária

1 de Janeiro de 2016, primeiro dia de mais um ano que se deseja de melhorias na contabilidade da sinistralidade rodoviária em Portugal, na Europa e no Mundo. Mais um inicio na contagem estatística do que vai acontecendo por essas estradas fora. Mais um ano em que se espera que se consigam fortes melhoras legislativas para o sector.

Mas a questão que se coloca é. A contagem zero na sinistralidade rodoviária será possível? A resposta parece-me, infelizmente, que é não! Ou seja, de zero, apenas, quando se coloca o contador lá, pois não permanece por aquela contagem durante muitos minutos.

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Sem que todos tenham o cinto de segurança, não arranque.

Não arranque sem que todos tenham o cinto de segurança

Como sabemos, o uso do cinto de segurança é obrigatório a todos os ocupantes de um automóvel. É um acessório de segurança passiva e serve, essencialmente, ainda que muita gente não tenha percebido, para salvar vidas. Salvar muitas vidas, todas quantas façam uso do cinto de segurança.

Estima-se que na Europa já tenham sido salvas mais de um milhão de vidas nos últimos quinze anos, apenas devido ao facto de fazerem uso do cinto de segurança. Lamentavelmente este tipo de notícias não passam na comunicação social, como forma de estimular o uso do acessório.

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E se um bombeiro morrer por estar exausto?

E se um bombeiro morrer por estar exausto?

É poca de incêndios é época de circularem na via pública centenas de viaturas de combate a incêndio das diversas corporações de bombeiros existentes em Portugal. Tal é sinônimo de aumento da probabilidade de surgirem acidentes rodoviários, essencialmente devido ao facto dos demais condutores não terem formação adequada para interagir com a presença destes.

Acontece que, o maior dos problemas não está na verdade de existirem mais viaturas cujo condutor é um bombeiro, mas sim que esse bombeiro, eventualmente, será um bombeiro voluntário, que foi para o socorro após um dia de trabalho, sem ter descansado.

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Os pontos errados da carta de condução

Os pontos errados da carta de condução

Foi aqui trazida a informação sobre a intenção, do Governo português, de introduzir no regime sancionatório a tão afamada “Cartas de condução por Pontos“. Este é um propósito que já existe noutros países da Europa, mas que não está implementado só por si, como uma ilha isolada no oceano.

Segundo se pode ler na notícia, a proposta de Lei dará entrada na Assembleia da República no final de Março, ou seja, dentro de mês e meio, aproximadamente. Entretanto surge a Páscoa, a discussão das eleições legislativas, etc… a coisa (debate) não deverá avançar antes de Setembro deste ano, na melhor das hipóteses.

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Os nossos desejos para 2015

Os nossos desejos para 2015

É hábito a cada final de ano velho ou principio de ano novo ,apresentar-se os votos para o novo ano. E hoje é isso que venho fazer para o ano de 2015. Mas para além dos demais e curriqueiros votos que qualquer um apresenta, os nossos são direccionados ao sector que nos regula; o rodoviário.

São votos que não lançamos ao vento, aguardando que atinjam alguém ou que simplesmente se percam no tempo, na atmosfera, ficando cada um de nós com a sensação de missão cumprida. Não, os votos que desejo apresentar a todos, são votos verdadeiros, reais, exequíveis, alcançáveis, bastando para isso cada um de nós querer alcançá-lo.

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Formação de condutores INEM

Formação de condutores INEM

Quando se ministra uma formação, deve-se fazê-lo procurando que quem a recebe, os formandos, consigam adquirir conhecimentos, se o formador os conseguir disponibilizar, capazes de os fazer caminhar pelos seus próprios pés.

Para que tal seja possível, é necessário o formador colocar-se num terceiro plano e promover, não numa boa, mas sim excelente relação entre a matéria leccionada e os formandos. Transmitindo-lhes boas práticas de actuação, garantindo-lhes segurança e postura adequada à tarefa a desenvolver.

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Escolas de condução, falência anunciada (1)

Escolas de condução - falência anunciada

Longe vão os tempos em que as escolas de condução tinham um papel social de elevado crédito na formação de novos condutores e de respeito por novas aprendizagens. Hoje a realidade é bem diferente e as escolas de condução são olhadas, apenas, como mais um degrau de passagem imposta, legislada por um regime jurídico próprio.

Se nos anos 70, 80 e até mesmo 90, do século passado, as escolas de condução, com um maior ou menor nível de corrupção nos resultados dos exames exerciam uma função preponderante, a verdade é que nos tempos que correm, essa preponderância, transformou-se em obrigatória banalidade institucional. Veja-se o caso do papel do tutor.

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Escolas de condução “Low Cost” – fim anunciado

Escolas de condução low cost

Já aqui abordamos a existência das escolas de conduçãoLow Cost” e o seu impacto no ensino da condução automóvel, não apenas na qualidade da formação, mas também na própria existência exequível do sector formativo.

Este sistema do “Low Cost” foi desenvolvido nas escolas de condução, com vista a angariar mais clientes, aliciando-os com preços baixos na aquisição do seu titulo de condução, no entanto “escondendo” valores com os quais os clientes das escolas serão mais tarde confrontados.

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Operação Hermes – Viajar em Segurança 2014

Operação Hermes 2014

A operação “Hermes – Viajar em Segurança 2014” contou com duas fases de actuação por parte da Guarda Nacional Republicana. Pretendeu-se, uma vez mais este ano, colocar no terreno operacionais desta força que pudessem, dentro das suas competências, ter uma tarefa de fiscalização e aproximação aos utentes da via.

Com registo, na primeira fase,de valores bastante elevados, no que diz respeito a sinistralidade rodoviária, 755 acidentes, dos quais resultaram 4 vitimas mortais, 7 feridos graves e 285 feridos leves, a segunda fase, num total de quatro, iniciou-se no dia 1 de Agosto e terminou no dia 3 de Agosto.

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